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Com a possibilidade real de o ex-presidente Lula ser impedido de disputar a eleição, o PSB acelerou as articulações para lançar um candidato único à Presidência da República do campo que ele chama de “progressista”. Nas últimas semanas, o secretário-geral do partido, Renato Casagrande, conversou com Ciro Gomes (PDT), Marina Silva (Rede), Álvaro Dias (Podemos) e Manuela d’Avila (PCdoB). O dirigente socialista diz que ficou animado com a receptividade à sua proposta. O PT, que também defende a ideia, está fora dessas negociações.

O critério proposto pelo PSB para a escolha do candidato é simples. Quem estiver melhor nas pesquisas entre maio e junho seria o nome desse “campo progressista”. O prazo legal para registro do candidato é 15 de agosto.

O PSB convidou o ex-ministro Joaquim Barbosa para disputar a eleição presidencial pelo partido. Se ele topar e a ideia de candidatura única vingar, terá que entrar na disputa.

O senador Álvaro Dias (Podemos) diz não acreditar em aliança eleitoral com um leque tão amplo de siglas, mas vê viabilidade no acordo entre o seu partido, a Rede e o PSB. A Rede diz que Marina Silva mantém a candidatura, mas não se recusa a conversar.