Monthly Archives: janeiro 2019

SALÁRIO DE SERVIDORES VAI INJETAR 2,9 MILHÕES NA ECONOMIA DE AFOGADOS

Resultado de imagem para salario no bolsoA Prefeitura de Afogados da Ingazeira iniciou ontem o pagamento de 1438 servidores públicos municipais,
injetando na economia, nesse mês de férias e promoções, um montante de 2,9 milhões de Reais. Segundo o calendário, recebem seus vencimentos nesta quinta (31), os Servidores lotados nas Resultado de imagem para salario no bolsoSecretarias de Administração, Agricultura, Assistência Social, Cultura, Controle Interno, Infraestrutura, Finanças e Transportes, além do Gabinete, Procuradoria, Ouvidoria e Coordenadoria da Mulher.
Amanhã, 01 º de Fevereiro, recebem os servidores da Secretaria de Saúde, aposentados e pensionistas. Os Servidores lotados na Educação tiveram seus vencimentos pagos ontem (30).

Senar/PE abre seleção para curso gratuito em Agronegócio

Inscrições serão realizadas até o dia 14 de fevereiro, exclusivamente pela internet

O Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Pernambuco (Senar/PE) está com inscrições abertas para o processo seletivo do curso Técnico em Agronegócio, nos polos de Recife e Bezerros.

No total, são ofertadas sessenta vagas, sendo trinta para Recife e mais trinta para Bezerros. O credenciamento vai até o dia 14 de fevereiro pelo sitesenar.org.br/etec

Antes de efetivar a cadastro, os candidatos devem ler o edital atentamente, pois o sistema aceita somente uma inscrição por CPF e não permite edição após o envio dos dados. No ato da inscrição, o candidato deverá anexar seu histórico escolar e indicar, entre as duas cidades de Pernambuco, onde deseja receber as aulas presenciais.

A lista dos selecionados na primeira fase será publicada até o dia 18 de fevereiro no site http://senar-pe.com.br/ Em seguida, haverá o critério de classificação por entrevistas, a serem realizadas entre os dias 20 e 25 de fevereiro, nos polos escolhidos. O início das aulas está previsto para o dia 08 de março.

Afogados: Sede da Câmara de Vereadores passa por reforma

A sede da Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira passa por uma reforma para melhora e ampliação do espaço das suas salas administrativas. A obra teve início no final de dezembro de 2018 e tem previsão de término de até um ano. O Presidente da Casa, Vereador Igor Mariano acredita porém que este prazo deve ser abreviado: “O prazo inicial é de um ano mas acredito que terminaremos antes, isso vai depender dos compromissos financeiros que já temos, como folha de funcionários, vereadores e fornecedores da Casa, espero poder concluir logo”, destacou Mariano.
A reforma visa melhorar o ambiente de trabalho das salas de Controle Interno, Tesouraria e criar um espaço adequado para funcionamento da Ouvidoria da Câmara, esta sendo executada pela L.M. Nunes Construções Eireli – ME, com valor estimado em R$ 179.000,00 (Cento e setenta e nove mil reais) “Como nosso plenário é usado quase que diariamente por muitas entidades, o fluxo de pessoas que transitavam nas entradas das salas administrativas era enorme, vamos dar condições melhores de trabalho aos servidores da Casa e também aos usuários do plenário, as salas devem ficar num primeiro andar reservado para exclusivo para seu funcionamento, e o plenário totalmente livre para o público”, enfatizou Igor.
O Presidente ainda informou que provavelmente as primeiras sessões de 2019 serão fora da sede da Câmara, “As primeiras sessões deverão ser em um local alternativo, vou ouvir os vereadores e marcar as sessões para um lugar que seja de fácil acesso para o público e para os parlamentares, espero em breve estar anunciando isso”, finalizou Mariano.

ASCOM

Câmara Municipal de Afogados da Ingazeira

Novata do PT na Câmara diz que objetivo é ‘barrar retrocessos’

Novata do PT na Câmara diz que objetivo é 'barrar retrocessos'

Recém-chegada à Câmara dos Deputados, a recifense Marília Arraes (PT-PE) diz que a principal tarefa da oposição durante o governo de Jair Bolsonaro (PSL) será a de tentar barrar as pautas do Planalto.

“A gente tem que fazer um paralelo com a sociedade, se você for observar os sindicatos no último ano têm comemorado quando conseguem manter as conquistas, quando na verdade antes se procurava era melhorar”, afirma ela, que tomará posse nesta sexta-feira (1º).

Ela diz, por exemplo, que deve focar na obstrução de projetos como a reforma da Previdência, e de preservar “os direitos humanos, das mulheres e minorias”, diz.

Primeira neta do ex-governador de Pernambuco Miguel Arraes e prima do ex-presidenciável Eduardo Campos, a deputada eleita deixa a Câmara de Vereadores do Recife, onde esteve pelos últimos três mandatos.

Foi lá que começou a trajetória como política de carreira, apesar de ter participado do movimento estudantil quando cursava direito na UFPE (Universidade Federal de Pernambuco).

Apesar da verve familiar para a política, ela diz que chegou a cogitar outras carreiras: “quando fui eleita [vereadora], estava estudando para um concurso”, diz ela à reportagem por telefone nesta quarta-feira (30).

O “imprevisto” a levou para a carreira como política, primeiro no PSB e depois no PT. A chegada a Câmara dos Deputados também não estava prevista: a deputada eleita queria concorrer ao governo de Pernambuco, mas teve sua candidatura rifada pelo partido, que decidiu apoiar a chapa de Paulo Câmara (PSB).

Rompida com o PSB -de onde saiu em 2016, citando o apoio dado pelo partido à candidatura de Aécio Neves (PSDB) nas eleições presidenciais de 2014-, a vereadora não quis abandonar a candidatura e acabou tendo seu nome retirado em votação do partido.

Só então registrou candidatura para deputada federal, e arrebanhou 193 mil votos, sendo a segunda mais votada no estado. O pódio, aliás, ficou na família: com o filho de Eduardo Campos, João (PSB), que arrebanhou 460 mil votos.

Com ela, são 15 os novos deputados do PT que assumem mandato em 2019. A bancada total tem 54 parlamentares, polarizando com o PSL de Bolsonaro como a maior bancada da Casa.

A deputada diz que o partido passa por uma fase em que é preciso se aproximar das bases e fazer uma “reflexão coletiva”, mas vê com maus olhos o que chama de um movimento de “isolamento” do PT por outros setores da esquerda.

“É importante reconhecer que o papel de protagonista do PT no campo político da esquerda, hoje a unidade da centro esquerda não pode se passar sem considerar isso”, afirma ela. Com informações da Folhapress.

Parlamentares pernambucanos dão adeus ao Congresso Nacional

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Rostos pernambucanos que estávamos acostumados a ver no Congresso Nacional não estarão mais no exercício legislativo a partir desta sexta-feira (1º), quando os eleitos nas eleições de 2018 tomam posse. Dos 25 deputados federais eleitos por Pernambuco em 2014, 13 vão estar fora da Câmara Federal. Já no Senado, sai Armando Monteiro Neto (PTB) para a entrada do então deputado federal Jarbas Vasconcelos (MDB).

Luciana Santos (PCdoB) se despediu da legislatura desde 1º de janeiro, quando assumiu a vice-governadoria do Estado. Anderson Ferreira (PR) já havia deixado o cargo de deputado para assumir a prefeitura de Jaboatão, em 2014. Jorge Côrte Real (PTB) abriu mão de disputar a reeleição. Já nomes como Betinho Gomes (PSDB), Kaio Maniçoba (SD), João Fernando Coutinho (Pros), Adalberto Cavalcanti (Avante), Marinaldo Rosendo (PP) e Zeca Cavalcanti (PTB) não conseguiram se reeleger em 2018.

Políticos tarimbados como Mendonça Filho (DEM), Bruno Araújo (PSDB) e Sílvio Costa (Avante) se aventuraram numa disputa pelo Senado Federal, mas saíram derrotados das urnas. Na Casa Alta, permanecem Fernando Bezerra Coelho (MDB), que ainda tem quatro anos de mandato, e Humberto Costa (PT), que conseguiu se reeleger em 2018. O petista, inclusive, foi indicado para liderar o partido na Casa durante este ano de 2019. A vaga deixada por Armando Monteiro ficará com Jarbas Vasconcelos.

“Não fiz opção por sair da vida pública, participei de uma eleição que envolvia um risco, poderia ganhar ou perder, mas não fiquei na zona de conforto. (…) Agora vou me dedicar a uma série de questões que sempre considerei muito gratificantes, seja fazendo algum curso, seja vinculado a entidades como a Confederação Nacional das Indústrias. Já recebi um convite para coordenar o Conselho de Economia da entidade”, afirmou Armando à Rádio Jornal. Em 2018, o petebista concorreu ao governo de Pernambuco, mas ficou em segundo lugar na disputa. No Senado, Armando encerra hoje oito anos de mandato.

A legislatura que chega ao fim hoje levantou diversos temas marcantes para a população, como o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), a aprovação das reformas trabalhista e política, o arquivamento das denúncias contra o ex-presidente Michel Temer (MDB), o decreto de intervenção federal no Rio de Janeiro e a criação de um fundo público para bancar campanhas eleitorais, por exemplo.

Para Betinho Gomes, esta foi “provavelmente a legislatura mais conturbada dos últimos anos”. Responsável pela relatoria de matérias importantes na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), o tucano destaca suas contribuições ao Projeto da Reforma Política e uma medida provisória sobre o BNDES como sendo as mais relevantes do seu mandato. Betinho afirmou também que ainda não definiu seu espaço na política, agora que concluiu sua passagem pela Câmara Federal.

No fim do seu terceiro mandato como deputado, Mendonça Filho destaca os projetos que defendeu voltados a setores como a educação, área na qual permanecerá após deixar o Congresso. Mendonça – que foi ministro da Educação do governo Michel Temer – passa a ser consultor da Fundação Lemann. “Na Câmara tive uma atuação destacada tanto do ponto de vista de apresentação de propostas, aprovação de projetos e emendas, quanto na articulação política como coordenador do Comitê Pró-Impeachment da presidente Dilma Rousseff. Na primeira fase deste mandato priorizei importantes projetos para Pernambuco, apoiando e apresentando emendas ao orçamento para garantir recursos para obras estratégicas, para saúde, educação e infraestrutura”, detalhou.

Durante os últimos quatro anos, suplentes assumiram mandatos na Câmara em virtude do afastamento de deputados eleitos realocados em secretarias estaduais ou ministérios. Entre esses nomes estão alguns que não se candidataram em 2018, como Creuza Pereira (PSB) e Cadoca (SD).

Outro suplente de 2014 que ganhou grande notoriedade nacional no último ano foi Luciano Bivar, presidente nacional do PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro. Bivar volta à Câmara a partir de amanhã como o 7º deputado federal mais votado de Pernambuco, tendo obtido 117.943 votos.

Decreto de armas, pressão contra Maduro e tragédia em Minas marcam 1º mês de Bolsonaro

G1 — Brasília

Trigésimo oitavo presidente da República, Jair Bolsonaro completará nesta sexta-feira (1º) seu primeiro mês de governo – um início de gestão marcado por uma promessa de campanha cumprida, pela pressão contra Nicolás Maduro, pela expectativa em torno da reforma da Previdência e pelo rompimento de uma barragem em Minas Gerais.

Eleito com um discurso de renovação, conservador nos costumes e linha dura na segurança pública, Bolsonaro adotou uma série de medidas no primeiro mês de governo, entre as quais:

assinou decreto que flexibilizou a posse de armas de fogo;

reduziu de 27 para 22 o número de ministérios;

estreou em eventos internacionais em Davos, na Suíça;

definiu metas para os primeiros 100 dias de governo;

reconheceu Juan Guaidó como presidente interino da Venezuela;

transferiu para a Agricultura a atribuição de demarcar terras indígenas e quilombolas;

determinou à Secretaria de Governo o monitoramento de ONGs;

deu aval à criação de uma nova empresa de aviação entre Embraer e Boeing.

Deputado federal por 28 anos, Bolsonaro foi eleito presidente em outubro de 2018, em segundo turno, com 57,7 milhões de votos. Ele tomou posse em 1º de janeiro, largada para o mandato que irá até 31 de dezembro de 2022. Ao vestir a faixa presidencial, comprometeu-se com as reformas.

O primeiro mês também foi marcado por polêmicas, recuos e desencontros entre integrantes do governo. O presidente também teve que lidar com investigações de um de seus filhos, o senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ).

Veja abaixo um resumo dos principais acontecimentos do primeiro mês do governo Bolsonaro:

Reforma da Previdência
A promessa de um governo liberal, a escolha de Paulo Guedes como ministro da Economia e a expectativa pelas reformas animaram os investidores no primeiro mês do governo. Passado um mês, porém, Bolsonaro ainda não fechou o texto da reforma da Previdência que será enviada ao Congresso Nacional.

Guedes adiantou que a proposta incluirá um regime de capitalização, espécie de poupança que o trabalhador faz para assegurar a aposentadoria no futuro. O regime atual no Brasil é o de repartição, pelo qual o trabalhador ativo paga os benefícios de quem está aposentado.

Também está em discussão se a reforma ficará restrita, em um primeiro momento, aos civis. A equipe econômica apoia mudanças nas regras de aposentadoria das Forças Armadas, mas Bolsonaro ainda não bateu o martelo.

O governo estuda aumentar de 30 para 35 anos o período mínimo de trabalho para que militares possam passar para a reserva, bem como a cobrança de uma contribuição de pensionistas.

Decreto de posse de armas
Bolsonaro tem ressaltado aos ministros a necessidade de materializar promessas de campanha. Crítico do Estatuto do Desarmamento, em 15 de janeiro ele assinou o decreto que facilita a posse de armas de fogo.

A medida permitiu aos cidadãos em áreas urbanas ou rurais manter arma em casa, desde que cumpridos os requisitos de “efetiva necessidade”, a serem examinados pela Polícia Federal. Cada pessoa poderá comprar quatro armas, limite que pode ser ultrapassado em casos específicos.

Após a assinatura do decreto, o ministro Onyx Lorenzoni (Casa Civil) comparou o risco para uma criança, de alguém manter arma de fogo em casa, ao risco de a mesma criança se acidentar com um liquidificador.

Política externa
Os primeiros dias de governo foram marcados por uma mudança de direção na política externa brasileira, em comparação com os governos anteriores. O principal fato no primeiro mês de Bolsonaro foi o reconhecimento, por parte do Brasil, de Juan Gauidó como presidente interino da Venezuela.

Venezuela: A situação da Venezuela foi tema central do primeiro mês do governo na área internacional. Bolsonaro afirmou que espera que o governo do país vizinho mude “rapidamente”. O Brasil está entre os países que não reconhece o novo mandato de Nicolás Maduro como presidente e considera o líder opositor Juan Guaidó como presidente interino do país.

Mercosul: Após reunião com o presidente da Argentina, Mauricio Macri, Bolsonaro defendeu um Mercosul “enxuto”, para que o bloco valorize “abertura comercial, redução de barreiras e eliminação de burocracias”. Ele ainda afirmou que deseja “fortalecer” as relações com a Argentina.

Israel: Bolsonaro avançou na aproximação com Israel, porém não oficializou a mudança da embaixada no país de Tel Aviv para Jerusalém. Ele condecorou o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu. Depois disso, o líder israelense enviou ajuda ao Brasil para lidar com a tragédia em Brumadinho. Apesar das declarações de Bolsonaro sobre mudar a embaixada brasileira em Israel, o vice-presidente, Hamilton Mourão, disse ao embaixador palestino que o Brasil não pensa em mudar embaixada em Israel.

Cesare Battisti: O italiano foi preso em 13 de janeiro na Bolívia, após ter a extradição autorizada pelo ex-presidente Michel Temer em 2018. Bolsonaro tentou trazer Battisti ao Brasil, mas a Itália enviou um avião para buscá-lo direto na Bolívia.

Base dos EUA: Bolsonaro admitiu a possibilidade da instalação de uma base militar dos EUA no Brasil. O núcleo militar do governo foi surpreendido pela ideia, rechaçada em seguida. Mesmo com a declaração gravada em entrevista, o ministro Augusto Heleno (GSI) disse que Bolsonaro “nunca falou” sobre a base.

Apex: A primeira demissão do governo foi em 10 de janeiro, com a saída do presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Atração de Investimentos (Apex), Alex Carneiro. Ele teve a demissão anunciada pelo Itamaraty, porém trabalhou no dia seguinte. Bolsonaro colocou o embaixador Mario Vilalva no cargo.

Davos: A primeira viagem internacional de Bolsonaro como presidente da República teve como destino a Suíça. Ele estreou no Fórum Econômico Mundial, que reúne todos os anos em Davos líderes mundiais e investidores na discussão de agendas comuns de desenvolvimento. Foram três dias de atividades em Davos. Bolsonaro fez um discurso rápido na sessão plenária do fórum. Na fala de pouco mais de seis minutos, ele afirmou que:

pretende “avançar” na compatibilização de preservação ambiental e desenvolvimento econômico;

diminuirá a carga tributária para “facilitar a vida” de quem produz;

investirá “pesado” em segurança para que estrangeiros visitem mais o Brasil;

respeitará contratos e promoverá privatizações;

colocará o Brasil no ranking dos 50 melhores países para se fazer negócios;

defenderá a família e os “verdadeiros” direitos humanos.

Polêmicas
Nos primeiros 30 dias de governo, Bolsonaro e sua equipe de ministros adotaram medidas no início de governo que geraram polêmica. Também houve episódios de recuos e de informações desencontradas. O caso que chamou mais atenção foi protagonizado pelo próprio Bolsonaro, que anunciou aumento de imposto e depois foi corrigido por subordinados.

Informações ultrassecretas: Decreto assinado pelo vice-presidente Hamilton Mourão, quando esteve no exercício da Presidência, permitiu que autoridades como presidente, vice e ministros deleguem a servidores comissionados a possibilidade de impor sigilo ultrassecreto e secreto a dados públicos. A prática era proibida. O governo modificou regras da Lei de Acesso à Informação, mas assegurou que a “transparência” está mantida.

Demarcações de terras: Bolsonaro transferiu para o Ministério da Agricultura a atribuição de identificar, delimitar e demarcar terras indígenas e quilombolas. O Serviço Florestal Brasileiro ficou subordinado à pasta, comandado pelo deputado ruralista Valdir Colatto (MDB-SC).

‘Azul e rosa’: A ministra Damares Alves (Mulher, Família e Direitos Humanos) provocou polêmica com o vídeo no qual afirmou que o Brasil entrou em uma “nova era” em que “menino veste azul e menina veste rosa”. A declaração foi duramente criticada por movimentos feministas, comunidades LGBTI e educadores.

Imposto de Renda e IOF: Bolsonaro disse que havia assinado decreto para aumentar alíquota do Imposto Sobre Operações Financeiras (IOF). Junto, informou a possibilidade de redução de 27,5% para 25% da alíquota máxima do Imposto de Renda. Onyx afirmou que o chefe se “equivocou”, pois apenas sancionou um projeto que manteve incentivos fiscais no Norte e Nordeste.

Livros didáticos com erros: Depois da repercussão negativa, o Ministério da Educação revogou mudanças feitas em um edital para compra de livros escolares que permitiam obras com erros, propagandas e que retiravam a exigência de retratar a diversidade étnica e o compromisso com ações de não violência contra a mulher.

Tragédia em Brumadinho
Ainda no primeiro mês de governo, Bolsonaro precisou lidar com um desastre ambiental causado pelo rompimento de uma barragem da mineradora Vale, em Brumadinho (MG), que cobriu a região com um mar de lama e rejeitos minerais.

Após o ocorrido, Bolsonaro sobrevoou a região do desastre, em sua primeira viagem nacional como presidente. Como resposta ao rompimento da barragem, o presidente determinou a criação de gabinetes de crise. Entre as medidas adotadas pela equipe do gabinete, o governo decidiu fiscalizar 3,3 mil barragens e pretende modificar a Política Nacional de Segurança de Barragens.

Cirurgia
Bolsonaro também passou por uma nova cirurgia no primeiro mês de governo. Na segunda-feira (28), o presidente foi submetido a um procedimento para retirar uma bolsa de colostomia e religar o intestino.

Foi a terceira cirurgia do presidente desde que foi esfaqueado, durante um ato de campanha em setembro de 2018. Ele teve o abdômen perfurado por uma faca e passou 23 dias internado.

Bolsonaro ficou 48h afastado das atividades de presidente e tem trabalhado de uma espécie de gabinete montado no próprio Hospital Albert Einstein, em São Paulo.

Flávio Bolsonaro
O presidente também precisou lidar com o desgaste provocado por novas revelações sobre movimentações financeiras de seu filho, o senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), e do ex-assessor dele, Fabrício Queiroz.

Flávio figura no noticiário desde que um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) mostrou que Queiroz, ex-assessor do senador, movimentou R$ 1,2 milhão em sua conta de maneira considerada “atípica”.

Em entrevista à agência de notícias Bloomberg, Bolsonaro afirmou que, se o seu filho errou e isso for provado, ele “vai ter que pagar”.

“Se, por acaso, ele errou e isso ficar provado, eu lamento como pai, mas ele vai ter que pagar o preço por essas ações que não podemos aceitar”, disse

O Ministério Público Estadual do Rio de Janeiro abriu procedimento investigatório criminal, mas a investigação foi suspensa temporariamente por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) em 17 de janeiro. Quem pediu a suspensão das investigações foi Flávio Bolsonaro.

A partir da investigação do MP, o Coaf produziu um novo relatório. O documento aponta movimentações bancárias suspeitas de Flávio Bolsonaro. Em um mês, foram feitos quase 50 depósitos em dinheiro numa conta do senador, no total de R$ 96 mil.

Em uma declaração à imprensa, o vice Hamilton Mourão afirmou que o ‘único problema’ de Flávio Bolsonaro é ‘o sobrenome’.

Humberto Costa é o novo líder do PT no Senado

Por Diario de pernambuco

A bancada do PT no Senado Federal, formada por seis senadores, indicou, nesta terça-feira, o senador Humberto Costa (PE) para liderar o partido na Casa, durante este ano de 2019.  Humberto já foi líder do governo de Dilma Rousseff (PT) em 2016. Depois, tornou-se líder da oposição no governo Michel Temer (MDB) desde maio de 2016.

Humberto Costa se reelegeu no ano passado, na chapa encabeçada pelo governador Paulo Câmara (PSB), também reeleito. Ele volta para a função que ocupou nos anos de 2011, 2014, 2015 e parte de 2016.

Aeroporto Senador Nilo Coelho, em Petrolina, será privatizado

Aeroporto de Petrolina

Já está nos planos do Governo Federal a concessão de outro aeroporto de Pernambuco. Dessa vez, o Aeroporto Senador Nilo Coelho, em Petrolina, no Sertão pernambucano, será concedido à iniciativa privada. A informação foi dita pelo ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, durante reunião que aconteceu na última segunda-feira com representantes do governo de Pernambuco.

De acordo com o Ministério da Infraestrutura, o governo anunciará como será o processo do terminal de Petrolina depois que acontecer a 5ª rodada de concessões, rodada que inclui o Aeroporto Internacional do Recife. A secretaria de Infraestrutura do Estado confirmou que o projeto será tratado após a concessão do terminal da capital pernambucana, leilão que está marcado para acontecer no dia 15 de março.

O projeto de venda do Aeroporto de Petrolina está no planejamento do Governo Federal, já que a intenção é fechar a Infraero, ainda segundo o Ministério da Infraestrutura. No último dia 21, o novo secretário de aviação civil do governo, Ronei Glanzmann, disse que para atender as diretrizes macroeconômicas do governo de redução do Estado, a Infraero será extinta após a venda de todos os seus aeroportos. A gestão federal vai realizar mais duas rodadas de concessões, previstas para acontecer até 2021.

Pelo processo da 5ª rodada, o terminal do Recife será concedido à iniciativa privada, por 30 anos, através do Bloco Nordeste, composto ainda dos aeroportos de Maceió (AL), Aracaju (SE), Juazeiro do Norte (CE), João Pessoa (PB) e Campina Grande (PB). No mesmo certame, ainda haverá a concessão dos aeroportos dos blocos Sudeste e Centro-Oeste.

MPPE investiga desvio de R$ 2 milhões do Hospital Miguel Arraes

O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) abriu um inquérito civil público para investigar um caso de desvio de verbas no Hospital Metropolitano Norte Miguel Arraes (HMA), em Paulista. O inquérito decorre de uma investigação policial que aponta indícios graves de que um ex-diretor administrativo e financeiro e superintendente da unidade, Rodrigo Cabral de Oliveira, teria desviado R$ 2,2 milhões do hospital, em parceria com outras duas pessoas, um amigo e a esposa.

As subtrações teriam acontecido entre os anos de 2016 e 2018 e atingido diretamente a Fundação Imip, que faz a gestão do Miguel Arraes. A suspeita é de que o esquema de desvio de recursos público envolvia a emissão de ordens de pagamento a profissionais autônomos falsas a pessoas físicas que não tinham prestado serviço à unidade. Dentre eles, um dos investigados, Ricardo Alexandre Pereira de Souza, e pessoas que trabalhavam numa loja de um shopping, cuja gerente era a esposa do superintendente, Viviane Gelli Baptista. Ela teria usado o nome e contas-correntes dos funcionários sem que eles soubessem.

A investigação tem por objetivo dar continuidade à coleta de informações iniciadas pela polícia, para adoção de eventuais medidas extrajudiciais e/ou judiciais e eventual prestação de contas. A Fundação Imip é uma Organização Social de Saúde (OSS), conveniada com a Secretaria Estadual de Saúde (SES) para operacionalizar a gestão e execução de ações e serviços de saúde no HMA. De acordo com o promotor Fernando Falcão, em despacho dado no dia 17 de janeiro deste ano, seus administradores estão sujeitos à Lei de Improbidade Administrativa.

Em Nota, o Hospital Miguel Arraes informou que, desde setembro de 2018, Rodrigo Cabral não faz mais parte do quadro funcional do HMA. Segundo a unidade, a fraude cometida pelo ex-funcionário foi descoberta por meio de uma sindicância interna, que encaminhou informações às demais autoridades. A direção do HMA afirmou ainda que está tomando todas as providências necessárias para buscar o ressarcimento dos danos financeiros causados ao hospital. Com informações do Diário de Pernambuco.

Serra Talhada ganha grande empresa do setor varejista

Mais uma grande empresa do setor varejista vai se instalar em Serra Talhada. Desta vez, quem anuncia a chegada ao município é o Atacadão, conhecida pela atuação em diversas cidades do país.

O comunicado oficial foi feito pelo diretor de Expansão da empresa, Carlos Augusto Monteiro de Barros, durante reunião com o prefeito Luciano Duque, nesta quarta-feira (30), na Prefeitura Municipal.

Com o novo investimento, Serra Talhada já pode comemorar a abertura de mais centenas de vagas de empregos diretos e indiretos, além do incremento substancial na economia local.

Animado com a consolidação de mais um grande empreendimento em Serra Talhada, o prefeito Luciano Duque celebrou a chegada da nova empresa: “Serra Talhada está pronta para receber grandes empresas e grandes investimentos, e temos visto isso na prática com a atração de empreendimentos que vão alavancar o desenvolvimento não somente da nossa terra, mas de toda a região, o que muito nos anima e reforça aquilo que já dizemos desde lá atrás, que o futuro é aqui, na nossa terra. Serão centenas de novos empregos e mais renda para o nosso povo, e isso é motivo de muita alegria. Temos que comemorar”, enfatizou o prefeito.

As obras para a loja do Atacadão em Serra Talhada, na BR 232 (em frente a Tropical Piscinas), já começam na próxima semana e a previsão é que ainda em 2019 seja inaugurada. Também participaram da reunião com o executivo da empresa o presidente da CDL, Marcos Godoy, e o do SINDICOM, Francisco Mourato.”