Tradicional em Petrolina, bloco “Quem disse que a gente não vinha?” alerta para violência contra mulher

Ao mesmo tempo que Carnaval significa alegria, música, dança e folia, a festa de Momo também é um evento democrático, uma explosão de cores e ritmos, um lugar seguro para ser quem se é ou para se fantasiar de quem você quer ser. É também um espaço para expor opiniões e chamar a atenção da sociedade para assuntos importantes, como o combate à violência contra mulher. Há onze anos, o bloco “Quem disse que a gente não vinha?” faz isso aqui em Petrolina. Neste ano, o evento já tem data marcada, a concentração será na Praça Dom Malan (conhecida como Praça da Catedral) neste sábado (22), às 17h.

O bloco será animado pela Orquestra de Frevo do Bolinha. Na ocasião, serão distribuídos materiais educativos sobre os tipos de violência contra mulher e como denunciar. “É um bloco feito por mulheres, para mulheres. Uma união que resulta em força e empoderamento. É uma preocupação da atual gestão municipal desenvolver políticas públicas de enfrentamento a esta problemática, e temos tido êxito”, constata a secretária da Juventude, Direitos Humanos, Mulher e Acessibilidade, Bruna Ruana.

A secretária também lembrou que em janeiro o projeto da prefeitura ‘Força da Mulher: Jovens Protetoras’, que envolve jovens de 15 a 29 anos no enfrentamento à violência de gênero, foi premiado pelo Governo Federal. O município ficou em primeiro lugar do estado e entre as dez melhores políticas públicas de inovação para a juventude no Nordeste.

Em Petrolina, os casos de violência contra a mulher podem ser denunciados através dos telefones da Delegacia da Mulher – 3866-6625; Centro de Referência de Atendimento à Mulher (CEAM) – 3867-3516; Patrulha da Mulher – 153; ou ainda pelo  0800 2818187 e também pelo número 180.

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