Zulene Alves

Associação dos Distribuidores Honda destaca crescimento do comércio online

Compre a sua moto Honda sem sair de casa. É com esse lema que as concessionárias Honda estão enfrentando a pandemia do coronavírus. Se antes os negócios online e por telefone já faziam parte do dia a dia das lojas, agora recebem ainda mais atenção e se tornaram a melhor opção para os consumidores. De acordo com Leonardo Maranhão, presidente da Associação dos Distribuidores Honda em Pernambuco, Alagoas e Paraíba, e diretor da concessionária Maravilha Motos, a procura por esse tipo de serviço vem crescendo.

Ele explica que nos sites das concessionárias os interessados vão encontrar todas as informações, escolher modelos de motos, fazer simulações de financiamentos, e ver os contatos para conversar com os atendentes por telefone ou WhatsApp. Também estão disponíveis as opções para o Consórcio Honda, que oferece parcelas mensais a partir de R$ 142,21 (com seguro).

“As nossas lojas físicas também estão nos meios digitais. Atendemos com toda comodidade, sempre protegendo a saúde dos nossos colaboradores e clientes, pois sabemos da nossa responsabilidade social. Assim, já constatamos crescimento no comércio online”, diz Leonardo Maranhão.

Ele explica que no site da Honda Motos (https://www.honda.com.br/motos/concessionarias) os interessados podem localizar as concessionários da sua cidade ou região.

Entre os trabalhos que a Associação Brasileira de Distribuidores Honda (Assohonda) desenvolve – através do núcleo operacional NOA Nordeste II, que atua nos estados de Alagoas, Pernambuco e Paraíba – está o Programa Moto Amiga, que ensina técnicas de pilotagem defensiva e contribui para um trânsito cada vez mais seguro.

Sem citar Mandetta, Bolsonaro diz que tem gente no governo “se achando” e que “hora vai chegar”

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) voltou a fazer insinuações de que poderia demitir um de seus ministros. Sem citar nomes, o mandatário afirmou em encontro com apoiadores na frente do Palácio da Alvorada, na tarde deste domingo (5) que algumas pessoas do governo dele “estão se achando”.

Bolsonaro havia falado em entrevista à Jovem Pan na última quinta-feira (2) que faltava humildade no ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta (DEM), e que os dois andavam “se bicando”. O chefe do Executivo, que estava desrespeitando a indicação do Ministério da Saúde, ao sair do isolamento para se reunir com apoiadores, declarou que “algumas pessoas no meu governo algo subiu à cabeça deles, estão se achando”.

Segundo o mandatário, “eram pessoas normais, mas de repente viraram estrelas e falam pelos cotovelos, tem provocações, mas a hora deles não chegou ainda, vai chegar a hora deles. Porque a minha caneta funciona. Não tenho medo de usar a caneta, nem pavor, e ela vai ser usada para o bem do Brasil. Não é para o meu bem. Nada pessoal meu”, afirmou.

Paulo Câmara comanda reunião com secretariado sobre Covid-19

Encontro, que reuniu parte da equipe presencialmente e parte por meio de videoconferência, discutiu as próximas ações de enfrentamento ao coronavírus

O governador Paulo Câmara comandou, na manhã deste domingo (05.04), uma reunião com parte da sua equipe de secretários no Palácio do Campo das Princesas e com os demais integrantes do primeiro escalão participando por videoconferência. O objetivo foi analisar o impacto da pandemia do novo coronavírus no Estado, pontuando as ações de enfrentamento implementadas e discutindo o planejamento para os próximos dias. Hoje, Pernambuco contabilizou mais 25 casos confirmados e sete mortes. Ao todo, já são 201 casos confirmados e 21 mortes registradas.

“Estamos estruturando nossa rede hospitalar com mil novos leitos, contratando mais de quatro mil profissionais de saúde e adotando medidas restritivas, além de iniciativas para reduzir o impacto econômico. Tudo isso para salvar o maior número de vidas possível”, frisou Paulo Câmara.

O governador destacou a importância do trabalho coletivo e reforçou o apelo para que a população cumpra o isolamento social. “Nossas medidas estão sendo realizadas de forma integrada, com a participação de todos os agentes públicos que podem colaborar com o enfrentamento à Covid-19. Mas precisamos também da colaboração fundamental da população. Fiquem em casa”, conclamou.

Partido Social Democrático-PSD com nova Comissão Provisória em Afogados da Ingazeira

Confira a Comissão Provisória do PSD no município e a lista de prováveis candidatos ao legislativo:

Presidente – Felipe Cassimiro

Vice-Presidente: Augusto Martins

Secretário: Igor Mariano

Tesoureiro: Erickson Torres
Segundo Tesoureiro: Thiago Santana

Vogal: Edson Cosméticos

Presidente PSD Mulher: Cícera do Leite

Presidente PSD Jovem: Silvio da Rua Nova

Lista de Prováveis Candidatos ao Legislativo

Aluisio Raimundo
Augusto Martins
Ailton Campos
Rubinho do São João
Clério Alberto
Cícera do Leite
Dionete Lopes
Edja Lúcia
Edson Cosméticos
Elias Augusto
Douglas Eletricista
Jadeilson Ferreira (Pedão)
Jéssica Mireli
Erickson Torres
Wellington JK
Maria José (Dinha)
Maria da Salete
Oseias
Sargento Argemiro
Silvio da Rua Nova
Sebastião Poeta
Professora Rosa
Tiago Santana

Tudo que você precisa saber sobre o auxílio emergencial em 40 dúvidas

Governo federal irá iniciar próxima semana o cadastramento dos benefíciários. Entenda quem receberá. (Arte: Silvino/ DP)

Por: Diario de Pernambuco

O Diario de Pernambuco levantou as principais dúvidas dos brasileiros sobre o auxílio emergencial sancionado esta semana pelo Presidente da República Jair Bolsonaro. A Lei nº 13.982/2020 (decorrente do projeto de lei nº 1.066/2020) vai alterar a Lei nº 8.742, de 7 de dezembro de 1993, criando o auxílio emergencial de R$ 600,00. Nessa edição, separamos as respotas mais importantes sobre o novo auxílio-emergencial. O conteúdo completo pode ser conferido no Portal do Diario (www.diariodepernambuco.com.br). As dúvidas foram respondidas por Rômulo Saraiva, advogado especialista em Previdência pela Esmatra VI e Esmafe/RS, professor, consultor jurídico, colunista e mestrando em Direito Previdenciário pela PUC/SP. As respostas levam em conta a situação pessoal, mas precisa sempre levar em consideração que existem requisitos cumulativos, como o contexto salarial da família e requisitos inviabilizadores, que excluem o direito de ganhar o auxílio emergencial (a exemplo de estar ganhando bolsa família, seguro-desemprego, benefício previdenciário ou assistencial).
As respostas levam em consideração o texto sancionado na Lei nº 13.982/2020. O objetivo é detalhar quem se encontra em vulnerabilidade social, para fins de elegibilidade do auxílio emergencial, como forma de enfrentamento da situação de emergência.
“Essa medida é assistencial e busca amparar os mais pobres. Portanto, será necessário aferir quem é rico e quem é pobre”
Rômulo Saraiva, Advogado
 
Tira-dúvidas
 
Quem tem direito ao auxílio emergencial ou coronavoucher?
A medida busca assegurar renda mínima para os maiores de 18 anos de idade, desempregado, não tenha emprego formal ativo, não seja titular de benefício previdenciário ou assistencial ou beneficiário do seguro-desemprego ou de programa de transferência de renda federal (exceto o Bolsa Família), pessoa cuja renda familiar mensal per capita seja de até 1/2 (meio) salário-mínimo ou a renda familiar mensal total seja de até 3 salários mínimos, pessoa, no ano de 2018, não tenha recebido rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70, microempreendedor individual (MEI) e contribuinte individual do INSS (facultativo e contribuinte individual).
 
Esses critérios são suficientes para ganhar o auxílio ou há outros requisitos?
Há outros, sim. No caso, além dos mencionados, há os requisitos de ordem econômica. As pessoas precisam analisar a renda do conjunto da família, uma vez que essa medida é assistencial e busca amparar os mais pobres. Portanto, será necessário aferir quem é rico e pobre. O parâmetro objetivo do governo é feito somando a renda de todas os familiares da mesma residência e verificando se ultrapassa o teto coletivo de três salários mínimos ou meio salário por cada pessoa.
 
O recebimento de alguma renda extra, mesmo abaixo do teto coletivo familiar, pode atrapalhar receber o auxílio emergencial?
Sim. Há verbas que inviabilizam o recebimento conjunto ou acumulado do auxílio emergencial. Por exemplo, uma mesma pessoa não pode ganhar o auxílio e também parcelas do seguro-desemprego, benefício previdenciário (auxílio-doença, aposentadoria, pensão etc), benefício assistencial (benefício de prestação continuada) e programa de transferência de renda federal, com exceção do bolsa família que pode ser substituído temporariamente.
 
Eu preciso abrir mão do Bolsa Família para receber o auxílio emergencial?
O governo dá a opção de substituir temporariamente o Bolsa Família enquanto se receber o coronavoucher. E, quando a pandemia acabar, o Bolsa Família volta a ser pago.
 
Quantas parcelas terá o auxílio emergencial?
A previsão é de três parcelas, podendo ser prorrogadas se a pandemia justificar a continuidade do pagamento.
 
O que é renda familiar per capita?
É o critério para saber se as requerentes serão beneficiados ou não. Soma-se todos os salários da família e depois divide esse valor pelo número de integrantes. O resultado disso é a renda per capita, que não deve ser superior a meio salário mínimo.
 
Quantas pessoas da mesma casa poderão receber o benefício?
Fica limitado a dois membros da mesma família o recebimento do auxílio emergencial, mas é necessário analisar os aspectos de renda desses familiares.
 
Se eu contribuir para o INSS, mas não for aposentado ainda. Posso receber o auxílio-emergencial?
Os segurados que pagam o INSS na condição de contribuinte individual ou segurado facultativo (dona de casa ou estudante).
 
Se eu ganhar bolsa família e auxílio-moradia, ambos municipais, posso receber o auxílio?
Não há vedação no programa do governo de que o auxílio será proibido se a pessoa receba valor de programa assistencial (Bolsa Família municipal) ou indenizatório (auxílio-moradia), municipal ou estadual. O problema é se for transferência de renda federal.
 
Estou recebendo as parcelas do seguro-desemprego e a última será nesse mês. Posso receber o auxílio?
Enquanto o Ministério da Economia estiver pagando a parcela do seguro-desemprego, não poderá se habilitar para receber o auxílio emergencial. Mas quando essa parcela acabar, você pode buscar as parcelas restantes do auxílio emergencial enquanto durar a pandemia.
 
Considerando que o projeto de lei altera a Lei nº 8.742/93 (lei que concede o benefício de prestação continuada), quando acabar a pandemia o critério de renda per capita será de meio salário mínimo ou volta para 1/4 de salário mínimo?
Esse critério de meio salário mínimo é usado apenas para o auxílio emergencial. Embora o BPC também seja um auxílio assistencial, o critério dele oficial é de um quarto de salário mínimo por cada pessoa da casa. O objetivo do governo é fazer com que essa nova parcela alcance um contingente maior de pessoas.
 
O que é considerado grupo familiar para eu poder somar corretamente o salário dos que habitam minha residência?
O conceito de grupo familiar, normalmente usado para conceder o benefício de prestação continuada, é o mesmo para o auxílio emergencial. Então não são todas as pessoas que devem ser consideradas para somar e saber se ultrapassa ou não o salário de R$ 3.135,00. Para efeito dessa lei, não deve entrar no somatório as seguintes pessoas: avós, tios, sobrinhos, primos, cunhados, irmão maior de 21 anos ou casado e outros parentes não relacionados na lei, pois estes não se enquadram no conceito de família definido pela Lei n.º 8.742/93 (art.20, § 1.º).
 
As mulheres que forem chefe de família ganharão R$ 1.200,00?
Sim. A mulher provedora de família monoparental receberá duas cotas do auxílio, que correspondem a R$ 1.200. O conceito de chefe de família não é exatamente uma mulher que trabalha e que o marido encontra-se desempregado. A família monoparental é o critério adotado e este se refere a pessoa sozinha que ao mesmo tempo assume o papel de pai e de mãe para cuidar da prole.
 
E se o homem for provedor da família monoparental poderá ganhar R$ 1.200?
A norma do governo foi sexista nesse aspecto em relação aos homens, pois, embora menos frequente, existem pais que encabeçam família monoparental, isto é, cuida sozinho dos filhos como se fosse mãe e pai. É verdade que é mais comum a mulher ser abandonada para cuidar da prole sozinha. Mas existem homens que estão nesse perfil. E esses provavelmente vão precisar entrar com a ação na Justiça para ganhar o benefício.
 
Quem estiver cadastrado no CadÚnico precisa se cadastrar novamente?
Não. O banco de dados do CadÚnico (instrumento de coleta de dados para programas sociais) é suficiente.
 
Quando finalmente vou poder receber os R$ 600?  
O governo não estabeleceu uma data para isso. Ainda há dependência de burocracia normativa para o pagamento ser liberado. O presidente da República, Jair Bolsonaro, necessita sancionar ou vetar o projeto de lei nº 1.066/2020 (votado na terça-feira) e criar sua regulamentação para que os bancos possam começar a pagar. Estima-se que na segunda semana de abril comecem os pagamentos por meio de conta bancária digital e gratuita ou por meio de transferência eletrônica para quem já tem conta em outro banco.
 
Quem não estiver no CadÚnico como faz para receber, já que o CRAS (Centro de Referência de Assistência Social) encontra-se com o atendimento afetado?
O governo vai dar a oportunidade, para quem não tiver inscrição no CadÚnico, de fazer a autodeclaração por meio de plataforma digital, uma página na internet para as pessoas preencherem seus dados e informarem que querem o auxílio. Ela ainda vai ser divulgada.
 
Se eu mentir nas informações da autodeclaração, o que pode acontecer?
Prestar informações falsas em documento público é crime, com pena de um a cinco anos e multa. A Polícia Federal pode instaurar inquérito e o Ministério Público Federal pode propor ação pública e ainda obrigar a pessoa devolver valores que porventura tenha recebido indevidamente.
 
Participo do MEI, mas não estou em dia com o pagamento dos meus encargos. Posso receber o auxílio emergencial?
Mesmo que você não esteja adimplente com os encargos como microempreendedor individual, isso não é impeditivo legal para ganhar o auxílio.
 
Sou empregada doméstica e também trabalho no final de semana como diarista. Posso receber os R$ 600?
A empregada doméstica tem vínculo empregatício e, portanto, não vai poder receber o auxílio emergencial por ter a carteira profissional assinada. Somente se fosse uma doméstica desempregada é que poderia ganhar o benefício. A diarista (que não atua como doméstica) pode ganhar o auxílio de R$ 600. O problema é que as duas situações juntas inviabilizam.
 
Motorista de aplicativo, taxista e pescadores podem ganhar o auxílio emergencial?
Embora esses profissionais sejam considerados como autônomos, informais ou contribuinte do INSS, poderiam perfeitamente receber o auxílio emergencial tratado no Projeto de Lei nº 1.066/2020. Todavia, tramita no Senado outro projeto para alterar a Lei nº 10.835/2004 e criar a Renda Básica de Cidadania Emergencial no valor de até R$ 1.500. Essa nova iniciativa legislativa (Projeto de Lei 873/2020, do senador Randolfe Rodrigues do Rede-AP) tramita com o enfoque de beneficiar esses profissionais específicos (taxista, motorista de aplicativo e pescadores), mas na verdade pode ser extensível para qualquer beneficiário do CadÚnico (art. 4º-A, § 4º, do PL 873).
 
Como funciona essa Renda Básica de Cidadania Emergencial?
Essa renda vai ser destinada às categorias específicas (taxista, motorista de aplicativo e pescador) e outros pessoas que recebam Bolsa Família, mas o somatório da renda da família não pode ser superior a R$ 3.135. Caso seja aprovada, a renda básica de cidadania emergencial será uma cota extra de R$ 300 por pessoa, durante o período de seis meses, podendo ser prorrogável. O valor das cotas dos beneficiários não pode extrapolar o valor de R$ 1.500.
 
Motorista de aplicativo e de táxi também podem ganhar a renda de R$ 600?
Os motoristas de aplicativo e os taxistax são profissionais autônomos, sem vínculo empregatício. Portanto, podem vir a receber o benefício normalmente o auxílio emergencial, considerando evidentemente os demais aspectos da renda da família e os requisitos de não cumulação. No entanto, têm pessoas que trabalham como motorista de aplicativo e também têm a CTPS anotada. Sendo assim, nesses casos, não terá direito a receber o benefício.
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Papa Francisco pede coragem para enfrentar pandemia do novo coronavírus

 Foto: Alberto Pizzoli/AFP

Por: AFP

O Papa Francisco pediu neste domingo coragem para enfrentar a pandemia de coronavírus, que já causou a morte de 65 mil pessoas. O chamado foi durante a missa do Domingo de Ramos na basílica de São Pedro.

“Quando nos sentimos encurralados, quando nos encontramos num beco sem saída, sem luz nem via de saída, quando parece que nem Deus responde, lembremo-nos que não estamos sozinhos.”, disse o pontífice sobre a pandemia.
“Hoje, no drama da pandemia, perante tantas certezas que se desmoronam, diante de tantas expetativas traídas, no sentido de abandono que nos aperta o coração, Jesus diz a cada um: ‘Coragem! Abre o coração ao meu amor. Sentirás a consolação de Deus, que te sustenta’.”
Os números implacáveis da Covid-19 não param de crescer. Até hoje, havia mais de 1,2 milhão de infectados, em 190 países, e 65.272 mortos, segundo o último balanço da AFP.
Mais de 47 mil mortos estão na Europa, e Espanha e Itália, os países mais atingidos, registram uma queda na chegada de doentes aos hospitais.  “Começamos a ver uma luz no fim do túnel”, disse o chefe de governo espanhol, Pedro Sánchez, que prorrogou até 25 de abril o confinamento no país.

As cifras parecem sustentar sua esperança. O país observou pelo terceiro dia consecutivo o
registro diário mais baixo dos últimos 10 dias, com 674 mortos. Até agora, 12.418 pessoas perderam a vida na Espanha por coronavírus.
A Itália, que detém o recorde mundial de 15.362 mortos, também registrou avanços. Ontem, foram 681 mortos, uma queda de mais de 10%, e os pacientes em UTIs caíram para menos de 4 mil pela primeira vez desde o começo da crise.
Ao contrário da Espanha e Itália, os Estados Unidos estão em plena explosão da doença, ultrapassando 310 mil casos e 8.500 mortos. O estado de Nova York, epicentro da crise no país, teve seu pior dia ontem, com 630 mortos.

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Pernambuco registra mais quatro mortes pela Covid-19

Uma das mortes registradas foi no Hospital Universitário Oswaldo Cruz (Huoc). (Foto: Leandro de Santana/ ESP Foto DP)

Por: Diario de Pernambuco

Em novo boletim, a Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) informa que foram confirmados mais 40 casos da Covid-19 em Pernambuco nas últimas 24 horas. O Estado soma um total de 176 confirmações, além de quatro mortes, totalizando 14 óbitos. Já as curas totalizam 23 casos.
Já existem casos confirmados em 14 municípios (Recife, Jaboatão dos Guararapes, Olinda, Camaragibe, Cabo de Santo Agostinho, Paulista, São Lourenço da Mata, Palmares, Belo Jardim, Caruaru, Petrolina, Ipubi, Aliança e Goiana), além do Arquipélago de Fernando de Noronha. No momento, 52 pacientes estão internados, sendo 18 em UTI/ UCI e 34 em leitos de isolamento. Outros 87 estão em isolamento domiciliar. Entre os 40 casos confirmados em Pernambuco, 22 pessoas são mulheres e 18 são homens.
ÓBITOS 
As quatro mortes confirmadas foram de três homens, de 65, 71 e 74 anos, e uma mulher de 95, todos do Recife. A mulher tinha fibrose cística e faleceu na última quinta (02) em uma unidade privada da capital pernambucana.
O homem  de 65, ex-tabagista, veio a óbito na última sexta (03) no Hospital Universitário Oswaldo Cruz (Huoc), enquanto o de 71, cardiopata, diabético e hipertenso, faleceu na última terça (31) em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA). Já o idoso de 74, com doença cardiovascular crônica, faleceu no dia 31 em uma Upinha.

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Renda emergencial traz inédito reconhecimento das trabalhadoras informais e chefes de família

O contraste moral entre as famílias ricas e pobres, por Gustavo ...

Em razão da crise provocada pelo surto do novo coronavírus no Brasil, o presidente Jair Bolsonaro sancionou, nesta semana, um projeto de lei que estabelece Renda Básica Emergencial de R$ 600 para pessoas de baixa renda e trabalhadores informais. Mulheres que são chefes de família estão no centro da iniciativa e terão direito ao dobro do benefício,  R$ 1.200.

Especialistas apontam que a medida é inédita e de forte impacto na vida de milhões de brasileiras e, em especial, seus filhos, além de ser considerada um marco que pode incentivar políticas públicas de combate às desigualdades no País. O governo estima que o benefício pode atingir cerca de 54 milhões de pessoas, e chegará a custar R$ 98 bilhões.

Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), há cerca de 11,6 milhões de famílias chefiadas exclusivamente por mães de filhos de até 14 anos no Brasil. De acordo com os dados, 55% vive com menos de R$ 10 por pessoa por dia. Entre as mulheres pardas e pretas, esse quadro é visto em 63% dos casos.

“Essa proposta de renda mínima emergencial é fundamental nesse momento. O número de mulheres na informalidade cresce a cada ano e são elas que chefiam grande parte das famílias no Brasil”, afirma Lucilene Morandi, coordenadora do Núcleo de Estudos de Gênero e Economia da Universidade Federal Fluminense (UFF). “Elas são diaristas, ambulantes, manicures, cozinheiras e tiveram sua vida financeira afetada diretamente pela crise”.

Primeiro benefício de grande alcance que avança desde o início da crise provocada pelo aumento de casos da covid-19 no País, a proposta tem como intenção amenizar o impacto sobre a situação financeira das pessoas mais vulneráveis, que perderam ou tiveram sua renda reduzida. Neste contexto, o auxílio só será concedido durante três meses àqueles que tiverem renda mensal per capita de até meio salário mínimo ou renda familiar até três salários mínimos.

″É importante pontuar que esse benefício contempla as mulheres, mas não tem a ver necessariamente com uma conquista das mulheres”, pondera Cecília Machado, economista e professora assistente da Fundação Getúlio Vargas (FGV). “Essa medida não reconhece que a mulher desempenha um trabalho doméstico, de forma alguma. Ela dá bastante prioridade em assistir as crianças, os filhos dessas mulheres, que serão também assistidos pela medida”, diz.

Esta não é a primeira vez que mulheres estão no centro de benefícios do tipo. No Bolsa Família, elas são as principais titulares em 92% das organizações familiares participantes. O ineditismo apontado agora é o fato de que o valor ao qual mães sem cônjuges terão acesso será igual ao de uma família de dois adultos que estejam no trabalho informal.

“Mesmo que a mulher não tenha um cônjuge, ela tem um filho. E as crianças, no Brasil, são o setor que tem menos políticas sociais. É uma forma de reconhecer o papel que essas mulheres desempenham e as necessidades que essas crianças vão ter durante a crise”, diz José Eustáquio Alves Diniz, demógrafo, professor da Escola Nacional de Ciências e Estatísticas (ENCE), e autor do estudo “Mulheres Chefes de Família no Brasil: Avanços e Desafios”.

Serão beneficiados os trabalhadores sem carteira assinada e que, portanto, não têm direito ao seguro-desemprego. Entre eles estão diaristas, motorista de aplicativos, cabeleireiros, ambulantes, autônomos, microempreendedores individuais (MEIs) e contribuintes individuais da Previdência Social, além de outros inscritos no Cadastro Único (CadÚnico), do Ministério da Cidadania.

Ao contrário de outros países, governos de Brasil e México perdem popularidade na crise do coronavírus

Por G1

Levantamento feito pelo site “The Brazilian Report” registra que os governos do Brasil e do México perderam popularidade com a crise provocada pelo novo coronavírus, diferentemente do que ocorreu em outros seis países com altos números de infectados e mortos pela Covid-19.

Os dados foram divulgados pelo site em uma rede social e incluem pesquisas de popularidade dos governos de oito países, dos quais somente Jair Bolsonaro (Brasil) e Andrés Lópes Obrador (México) registraram alta das avaliações negativas e queda das positivas.

Os governos de Chile, Estados Unidos, Portugal, França, Reino Unido e Itália registraram melhora nas avaliações, conforme o levantamento.

As posições de Jair Bolsonaro no enfrentamento à pandemia geraram polêmicas e atritos dentro do governo federal e com governadores de vários estados, com destaque para Rio de Janeiro e São Paulo.

Bolsonaro é crítico do isolamento social, adotado para tentar reduzir a velocidade do contágio do novo coronavírus, e tem discordado das orientações do seu ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, e da Organização Mundial de Saúde (OMS).

Para o presidente, só devem ficar em isolamento idosos e pessoas com doenças crônicas, que estão no grupo de risco da Covid-19. Ele entende ser preciso flexibilizar as restrições ao comércio, pois a perda de postos de trabalho e a consequente crise econômica poderão ser tão graves quanto o novo coronavírus.

Ele tomou sua posição mais forte até o momento contra a pandemia. Antes, Obrador havia dado declarações que minimizavam o risco da doença.