Mulher do Mali dá à luz 9 bebês

Foto: SNRT / Ministère malien de la Santé / AFP

Por: AFP

O governo do Mali anunciou na última terça-feira (19/10) que uma jovem, que pensava estar grávida de sétuplos, deu à luz no Marrocos a nove bebês. Os quatro meninos e cinco meninas nasceram de uma cesariana em maio deste ano.
Halima Cissé, de 25 anos e natural de Timbuktu, foi transferida no dia 30 de março de Bamako, onde estava em tratamento, para o Marrocos, onde teve um melhor acompanhamento da gravidez considerada “fora do normal”. Os especialistas estavam preocupados com a sua saúde e as chances de sobrevivência dos fetos.
Ao ser entrevistada pelo Daily Mail, Cissé disse que não acreditou quando viu nove bebês saindo de dentro da sua barriga. “Parecia um fluxo interminável de bebês saindo de dentro de mim!”, exclamou.
Desde a mudança de Mali, na África Ocidental, para o Marrocos, local que permitiu um parto seguro para os bebês, os cuidados custaram ao governo do Mali o equivalente a cerca de 7 milhões de reais. De acordo com a mãe, o gasto de fraldas chega a ser de 100 unidades por dia.

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Em encontro com Lula, João Campos diz que não será ‘empecilho’ entre PT e PSB em 2022

Por: Elizabeth Souza

Em passagem por São Paulo, o prefeito do Recife, João Campos (PSB), esteve, neste domingo, com o ex-presidente Lula (PT). De acordo com informações do jornal O Globo, durante o encontro, Campos informou ao líder petista que não será “empecilho” em uma possível aliança entre as duas legendas. Nas redes sociais, o socialista disse que a conversa abordou o fortalecimento de “forças democráticas” e a construção de uma frente ampla para “derrotar Bolsonaro, nas eleições do ano que vem”.

O encontro entre João Campos e o ex-presidente Lula chama atenção, porque o prefeito do Recife, até então, era um dos nomes dentro do PSB que se posicionava contra uma aliança entre petistas e socialistas em Pernambuco nas eleições de 2022, postura adotada após desentendimentos com a deputada federal Marília Arraes (PT) durante as eleições municipais de 2020, onde os dois disputavam a prefeitura da capital pernambucana.

Em agosto, durante visita de Lula a Recife, João Campos chegou a participar de um jantar de “boas-vindas” ao ex-presidente realizado no Palácio do Campo das Princesas, mas fez questão de enfatizar que era a favor de candidatura própria do PSB no estado, não abrindo mão do protagonismo da legenda socialista em prol do PT.

De acordo com o colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo, João Campos, em mais um encontro com o líder petista, dessa vez em São Paulo, João Campos disse que não seria “empecilho” para uma possível aliança entre PT e PSB. Nas redes sociais, Campos publicou uma foto ao lado de Lula, durante o encontro realizado hoje, e disse que o diálogo foi em torno de estratégias para a construção de uma frente ampla que impossibilite a reeleição do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) em 2022.

“Conversei em São Paulo com o ex-presidente Lula sobre como as forças democráticas podem atuar para derrotar Bolsonaro, nas eleições do ano que vem”, escreveu o prefeito. “Defendi novamente a composição de uma frente ampla, que apresente um projeto com ideias bem estruturadas para o país”.

Apesar de reforçar apoio para 2022, em outro momento da publicação, Campos disse que alianças são assuntos do ano que vem. “O importante, na fase atual, é pensar caminhos para a educação, construir alternativas para o desenvolvimento regional, maneiras de combater a desigualdade (…) Alianças eleitorais devem ser discutidas só em 2022”.

Aliança

Após o rompimento entre PT e PSB no estado pernambucano com as eleições municipais de 2020, uma possível aliança entre as duas partes no pleito do próximo ano virou uma incógnita. Mas os últimos movimentos no tabuleiro político em Pernambuco tem sinalizado um retorno de apoio entre as legendas, o que seria importante para viabilizar a candidatura do ex-presidente Lula à presidência e de um nome socialista – ainda indefinido – para suceder o governador Paulo Câmara (PSB).

A soma da influência que a figura de Lula possui no interior do estado com a força que o PSB também desfruta em Pernambuco é uma equação importante para viabilizar candidaturas ano que vem. Com isso, a um ano das eleições, o diálogo tem sido peça fundamental entre as legendas com o intuito de aparar arestas e, assim, pavimentar caminhos que conduzam a resultados positivos em 2022.

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Semana do bebê começa nesta segunda (25) em Afogados

A Prefeitura de Afogados inicia nesta segunda as atividades alusivas à 9a. Semana do Bebê, com o tema “Fortalecendo os elos na primeira infância”.

A ação envolve diversas secretarias municipais, como as de saúde, educação, assistência social e cultura e esportes, numa programação que visa fortalecer as políticas públicas municipais de atenção à primeira infância, cujos indicadores deram a Afogados, no ano passado, o prêmio do Selo Unicef, em reconhecimento aos avanços obtidos.

“Essa é uma ação primordial para a nossa gestão, melhorar os indicadores de saúde e educação, de qualidade de vida, garantindo uma atenção integral por parte do município às nossas crianças e adolescentes,” destacou o Prefeito Alessandro Palmeira.

Confira a programação na íntegra:

9ª SEMANA DO BEBÊ
25 a 28 de Outubro

Programação em Afogados da Ingazeira

Segunda, 25 de Outubro – 19h
(Auditório da Secretaria de Assistência Social)

Apresentação cultural
Divulgação da programação da semana
Pronunciamento das autoridades
Palestra sobre a importância do fortalecimento dos elos na primeira infância
(Carolina Fernandes, psicóloga do Centro Especializado de Reabilitação – CER lll)

Terça, 26 de Outubro

8h às 12h
* Curso “cuidados com o recém-nascido”
(auditório da Secretaria de Assistência Social – no decorrer da semana, na Secretaria de Saúde)

Público: enfermeiras das UBS, visitadoras do Programa Criança Feliz e cuidadoras do abrigo institucional. Orientadora: Natali Morais – enfermeira obstetra do HREC.

Quarta, 27 de Outubro

7h30 – Programa Bolsa Família
• Atividade educativa abordando a temática “O papel da família no fortalecimento dos elos na primeira infância.”
Palestrantes: Anne Alcântara e Emanuelle Genésio – Psicólogas do CRAS e CREAS

9h – Auditório da Secretaria de Assistência Social
• Orientações sobre a importância da amamentação, com as lactantes acompanhadas pelo Programa Criança Feliz.
Palestrantes: Anne Alcântara e Emanuelle Genésio – Psicólogas do CRAS e CREAS

14h – Auditório da Secretaria de Assistência Social
• Roda de Conversa “A Importância do Aleitamento Materno”, coordenada por Natali Morais, enfermeira obstetra do HREC.

15h – Auditório da Secretaria de Assistência Social
* Ensaio Fotográfico para Gestantes
“A beleza na acolhida de uma vida”

Quinta, 28 de Outubro

Atividades alusivas à Semana do Bebê nos Centros de Educação Infantil
(durante toda a semana nas escolas da rede municipal)

• Vivência dos projetos família-escola, brincando ecológico e semana do brincar.
-(palestras, reuniões com pais e responsáveis, gincanas com as crianças e confecções de brinquedos a partir de sucatas)

20h – Cineteatro São José

Quinta Cultural – live “Bom é ser Criança”
(solenidade de encerramento com homenagens ao bebê prefeito)

* Intensificação dos serviços de puericultura e pré-natal nas unidades de saúde, com ações alusivas à semana do bebê, durante toda a semana.

Morre no Recife ex-secretário de Saúde do estado, Guilherme Robalinho

Por: Diario de Pernambuco

Morreu, na madrugada deste domingo (24), o médico e ex-secretário de Saúde do estado, Guilherme Robalhinho. Ele tinha 82 anos e atuou na Prefeitura do Recife e no Governo de Pernambuco nos mandatos de Jarbas Vasconcelos. Robalinho lutava há certo tempo contra uma doença autoimune e estava internado no Real Hospital Português, onde faleceu.

Além de clínico geral, Guilherme Robalinho foi gerente médico e de relações institucionais da unidade de saúde privada. No aniversário de 162 anos do RHP, Robalinho conversou com o Diario sobre o período de fundação do hospital, unidade a qual se dedicou, que foi inagurada em meio à epidemia de cólera em Pernambuco.

“Naquela época (1855), Loius Pasteur ainda começaria seus estudos sobre contaminação. No Recife, que tinha um porto importante para a América, os dejetos eram jogados nas ruas. Escravos carregavam baús para jogar as fezes no mar. As doenças infecciosas eram o grande problema”, relembrou.

O clínico também tinha um vínculo forte com o exercício da vida pública, e também foi médico particular de Jarbas, em 2012, quando o acompanhou para além das agendas políticas. Como representante da saúde estadual, fez parte da gestão do ex-governador do estado de 01 de abril de 1999 a 12 de setembro de 2004.

O velório vai acontecer das 10h às 15h, na capela do Hospital Português. Depois, o corpo será cremado, às 16h, no Cemitério Morada da Paz, em Paulista.
NOTA DE PESAR
Lamentei muito o falecimento de Guilherme Robalinho, que foi e continuará sendo referência na Medicina pernambucana e deixou sua marca como secretário de Saúde. Meus sentimentos à família e amigos nesse momento de perda.
 
Anderson Ferreira – Prefeito do Jaboatão dos Guararapes

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Nota de pesar pelo falecimento do ex-secretário Guilherme Robalinho

Uma grande perda para Pernambuco a morte de Guilherme Robalinho. Além do brilhante gestor na área de saúde e de sua formação como médico, tinha preparo intelectual e especial gosto pela atividade política. Sempre muito lúcido na compreensão dos problemas do País e do nosso Estado.

Meu abraço e sentimentos a toda a família.

Armando Monteiro Neto

Bolsonaro diz que não vai interferir no preço dos combustíveis

Foto: MARCOS CORREA/AFP

Por: Correio Braziliense

O presidente Jair Bolsonaro afirmou neste domingo (24) que não vai interferir no preço dos combustíveis. O chefe do Executivo comentou um novo ajuste nos preços e voltou a defender a privatização da Petrobras. A declaração ocorreu ao lado do ministro da Economia, Paulo Guedes, na saída de uma feira de pássaros no Parque de Exposições da Granja do Torto, em Brasília.

“Temos aí, pelo que tudo indica, reajuste nos preços dos combustíveis. Isso nem precisa ter bola de cristal, nem informações privilegiadas, o que eu não tenho. É só ver o preço do petróleo lá fora e o comportamento do dólar aqui dentro. Eu não tenho poderes de interferir sobre a Petrobras. Estou conversando com o Paulo Guedes sobre o que fazer com ela no futuro. É um monopólio, a legislação deixa ela praticamente independente. Eu indico o presidente, nada além disso. Alguns querem que a gente interfira no preço, a gente não vai interferir no preço de nada. Isso já foi feito no passado e não deu certo”, alegou.

Sobre a privatização, reclamou de “burocracia” no processo.”Privatizar não é botar na prateleira e tudo bem. Não. É complicada a situação. Teríamos privatizado muito mais coisa se não fosse essa burocracia”, disse, completando que “a Petrobras está amarrada por leis, as mais variadas possíveis”.

Bolsonaro ainda comentou sobre o “auxílio diesel” que prometeu a 750 mil caminhoneiros autônomos, no valor de R$ 400. “Infelizmente, pelos número do petróleo lá fora e o dólar aqui dentro, nos próximos dias, a partir de amanhã, teremos reajuste de combustível. Prevendo isso, nós discutimos bastante um auxílio ao caminhoneiro. Sabemos que é pouco R$ 400 por mês, mas estamos fazendo isso tudo no limite da responsabilidade fiscal”.

Ele também criticou a demora do Supremo Tribunal Federal (STF) para julgar uma ação protocolada pelo governo de inconstitucionalidade contra os governadores sobre o valor do Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Serviços (ICMS) dos combustíveis.

“Estamos buscando uma forma de minorar este problema. Tanto que, há três meses, entrei com um processo no Supremo, que ainda não se manifestou. Não é justo o ICMS incidir em cima dos próprios impostos federais, da margem de lucro, bem como no frete […] É uma forma de calcular que não é equivocada, é injusta”, defendeu.

Bolsonaro voltou a culpar governadores pelo aumento dos combustíveis e disse que “o sacrifício tem que vir de todas as partes”. “Toda vez que há algum reajuste no preço dos combustíveis é muito grande, os governadores ganham ainda mais [com o imposto]. Lamento a demora do STF em decidir esta questão”, afirmou o presidente.

Já Guedes caracterizou o governo como uma “aliança de liberais conservadores contra a esquerda que estava levando o país para a miséria””Não estamos aqui lutando por 2022”

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Guedes diz confiar na aprovação das reformas administrativa e do IR

Por: Agência Brasil

O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse, hoje (24), que confia em que o Congresso Nacional aprove, em breve, a proposta de Reforma Administrativa que o governo federal enviou ao Parlamento em setembro de 2020.

“Eu acredito. O presidente da Câmara, [o deputado federal] Arthur Lira [PP-AL], está comprometido com isto. O presidente da República [Jair Bolsonaro] também sempre apoiou as reformas […] E queremos que o presidente do Senado [Rodrigo Pacheco – PSD/MG], pois se ele não avançar com as reformas, como vai defender a própria candidatura à Presidência da República. Ele precisa nos ajudar com as reformas, não pode fazer militância. E tenho certeza de que ele não fará. Conversamos na semana passada e ele falou que temos que avançar com as reformas”, disse o ministro a jornalistas.

Guedes, que acompanhou o presidente Jair Bolsonaro ao Parque de Exposições da Granja do Torto, em Brasília, voltou a afirmar a jornalistas que a aprovação da proposta que altera as regras do serviço público civil nos três Poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário), incluindo a questão da estabilidade dos futuros funcionários públicos, resultaria em uma economia de R$ 300 bilhões para os cofres públicos no espaço de dez anos.

Segundo o ministro, a quantia economizada permitiria ao governo federal compensar, desde já, parte dos R$ 30 bilhões necessários para elevar, temporariamente, para R$ 400 o valor médio pago aos beneficiários do Bolsa Família (programa assistencial cujo nome o governo pretende substituir para Auxílio Brasil). A proposta do governo também prevê ampliar o número de beneficiários dos atuais 14,7 milhões para cerca de 17 milhões.

“Conseguiremos ajudar os mais frágeis fazendo as reformas”, pontuou Guedes, referindo-se também à proposta de reforma do Imposto de Renda, cujo texto já aprovado pela Câmara dos Deputados vem enfrentando forte rejeição no Senado.

“Se fizermos uma reforma administrativa que nos dê R$ 300 bilhões, não há problema darmos R$ 30 bilhões para os mais vulneráveis. E se avançarmos na questão do imposto de renda, que tributa justamente quem ganha R$ 300 bilhões com juros e dividendos, poderemos ajudar os mais frágeis […] dentro do teto do limite de gastos”, acrescentou o ministro, referindo-se à obrigatoriedade legal do governo não elevar seus gastos anuais acima do percentual da inflação do ano anterior.

“Todos sabem que eu defendo o Teto. O Teto é uma bandeira nossa de austeridade”, comentou o ministro, reconhecendo a necessidade do governo “flexibilizar um pouco a política fiscal para atender a área social” em meio à crise econômica.

“O presidente precisa enfrentar o problema da miséria que se agudizou durante a pandemia. E, para isso, ele precisa de R$ 30 bilhões para dar R$ 100 a mais para o Bolsa Família [totalizando R$ 400]. Todos sabem que já tínhamos previsto [conceder] R$ 300 [de auxílio], ficando dentro do teto. Só que o Senado não avançou com as reformas, não nos deu fontes [de recursos]. Então, a [ala] política pressiona o presidente. É preciso entender que o teto é um símbolo do nosso compromisso com as gerações futuras, mas se perguntássemos às gerações futuras se deveríamos deixar 17 milhões de famílias brasileiras passando fome, elas vão dizer que não. Vão dizer para

fazermos outros sacrifícios”, reafirmou o ministro, favorável à reformulação das regras de aplicação do teto de gastos.

“A reformulação é tecnicamente correta para sincronizarmos a periodicidade das despesas com o [limite do] teto, que, hoje, estão descasadas”, finalizou Guedes.

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Pernambuco reúne do Litoral ao Sertão 463 postos de trabalho nesta segunda-feira (25)

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O início da semana para os pernambucanos que estão em busca de recolocação ou uma nova oportunidade de trabalho vem acompanhada pelo quantitativo de 463 postos de emprego oferecidos pelas Agências do Trabalho do Estado, nesta segunda-feira (25). Deste total de vagas, 18 são exclusivas para pessoas com deficiência (PCD), que estão distribuídas nas cidades de Caruaru, Goiana, Ipojuca, Petrolina e Recife.

A maioria das oportunidades do quadro de vagas está concentrada na capital pernambucana, 174 ao todo, nas funções de vendedor pracista (65), montador de móveis de madeira (20), entre outras. Além do Recife, há empregos nos municípios Araripina, Arcoverde, Belo Jardim, Bezerros, Cabo de Santo Agostinho, Camaragibe, Caruaru, Goiana, Igarassu, Ipojuca, Nazaré da Mata, Paudalho, Paulista, Pesqueira, Petrolina, Salgueiro, Santa Cruz do Capibaribe, São Lourenço da Mata, Serra Talhada e Vitória de Santo Antão.

Para quem está em busca de um trabalho temporário, as Agências do Trabalho reúnem 57 oportunidades, 50 delas no Cabo de Santo Agostinho para o cargo de auxiliar operacional de logística, cuja remuneração é de R$ 1.308.

Confira outros postos de trabalho no quadro de vagas.

As trabalhadores e os trabalhadores que desejam participar do processo seletivo devem realizar pré-agendamento, antes de comparecer a uma agência do Estado, por meio do site da Secretaria do Trabalho, Emprego e Qualificação (Seteq).

Pacheco defende programa social fixo e diz: “Está faltando respeito no Brasil”

Por: Correio Braziliense

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, afirmou, neste sábado (23/10), que “está faltando respeito no Brasil”. A declaração ocorreu durante o encontro regional da legenda, no Rio de Janeiro, onde o senador foi “convocado” a ser candidato à presidência da República pelo PSD.
Apesar das limitações que o impedem de firmar a pré-candidatura neste período e de ainda não ter assinado a ficha de filiação, Pacheco deu o tom da candidatura à presidência com indiretas à política de Jair Bolsonaro defendendo a união em detrimento à radicalização como ferramenta para resolução dos problemas do país, e destacou a necessidade do “exemplo” por parte de gestores públicos, além do “equilíbrio” no uso das redes sociais.

“Nós podemos construir as soluções do Brasil num único ambiente. O ambiente da união. Nós precisamos estar unidos, significa buscar as convergências e respeitar as diferenças. Quando tivermos esse sentimento de união, deixando para lá polarização, radicalização, extremismo, e entender que a média do brasileiro é de pessoas de bem, dentro desse processo de união invocar algo fundamental: respeito. Está faltando respeito no Brasil e nós precisamos provocar cada vez mais a respeitabilidade entre poderes, instituições, entre as pessoas. O exemplo dado por homens públicos é fundamental para que tenhamos na sociedade essa cultura do respeito, inclusive com juízo e equilíbrio no uso de redes sociais, no uso da comunicação, porque as pessoas precisam ser respeitadas”.

Relatando ter vindo do interior de Minas Gerais, estudado em escola pública e ser filho de professor, disse que “todos tivemos nossa dificuldade”, mas destacou que o objetivo da política é o de “dar o mínimo de felicidade às pessoas”.

“E o que é felicidade no final das contas? É o cidadão poder sair de casa para trabalhar porque tem um emprego. Que ele pode ter segurança de que a mãe ou a mulher, quando for ao posto do bairro, vai ser atendida com dignidade para curar uma doença. Que seu filho, seu sobrinho, irmão, quando for para a escola vai ter uma merenda de qualidade, vai ser alfabetizado, de que ele vai ter transporte que chega no horário e funciona bem”, afirmou emendando que é necessário “abominar preconceitos no Brasil”.

Pacheco apontou ainda que o governo está permitindo a volta da inflação, a alta taxa de juros e o desemprego, fatores que precisam de contenção.

“Nós precisamos de muito pouco para ser feliz e o Estado e a política brasileira têm a obrigação de dar essa condição mínima para as pessoas no Brasil. Quando Eduardo Paes me convoca a uma missão, e me insta a uma reflexão de que precisamos dar respostas ao Brasil em relação ao que Brasília está fazendo para resolver o problemas das pessoas, o primeiro passo é reconhecer que temos um país desigual, um país que está estabelecendo injustiça com as pessoas, que está permitindo que volte a inflação, a alta taxa de juros, desemprego e que nós precisamos conter isso”, acrescentou.

Auxílios sociais

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