Adesão de Luiz de Raimundo garante maioria do prefeito Fredson na Câmara de São José do Egito

A adesão do vereador Luiz de Raimundo ao grupo político do prefeito Fredson Brito garantiu maioria governista na Câmara Municipal de São José do Egito. Luiz esteve acompanhado do irmão Naldinho de Raimundo, ex-vice-prefeito, e de Ronaldo, articulador político da família, reforçando que a decisão foi construída de forma coletiva.

Com a chegada de Luiz, a base do governo passa a contar com os vereadores Aldo Lima, Vicente de Vevéi, Gerson Souza, Tadeu do Hospital, Daniel Siqueira, Patrícia de Bacana e Luiz de Raimundo, assegurando apoio aos projetos do executivo.

Luiz também anunciou apoio à chapa completa do prefeito Fredson nas próximas eleições, incluindo a governadora Raquel Lyra, o deputado estadual Gustavo Gouveia e o deputado federal Marcelo Gouveia.

A adesão fortalece o grupo político de Fredson e projeta a eleição da nova Mesa Diretora da Câmara no segundo biênio da legislatura, consolidando a governabilidade no município.

Prefeito Fredson reúne lideranças em grande ato político e apresenta pré candidatos a deputado: Estadual, Gustavo Gouveia e federal, Marcelo Gouveia

O prefeito de São José do Egito, Fredson Brito, promoveu um grande ato político em sua residência, reunindo lideranças políticas, comunitárias e apoiadores para apresentar oficialmente o deputado estadual Gustavo Gouveia, pré-candidato à reeleição, e Marcelo Gouveia, pré-candidato a deputado federal.

O encontro consolidou o fortalecimento do grupo político liderado por Fredson no município e marcou a ampliação de apoios importantes ao projeto político que vem sendo construído em São José do Egito. Durante o ato, foram anunciadas novas adesões, entre elas a do vereador Luiz de Raimundo, do ex-vereador Doído de Zé Vicente, do ex-vice-prefeito Naldinho de Raimundo, além dos suplentes de vereador Cauê de Val, Prato de Papa e Tuca. Também declarou apoio o médico Dr. Gilvaney Venâncio.

O evento contou ainda com a presença de importantes nomes da política local e regional, como os ex-prefeitos Dr. Romério e Antônio Valadares, além dos ex-vereadores Maurício do São João e Jota Ferreira. Representando o Legislativo municipal, participaram os vereadores Aldo Lima, Daniel Siqueira, Tadeu do Hospital, Vicente de Vevéi, Gerson Souza e Patrícia de Bacana.

Durante o encontro, o prefeito Fredson destacou a importância da união política em torno de projetos que fortaleçam São José do Egito e garantam mais investimentos para o município. O ato também simbolizou o alinhamento entre a gestão municipal e as pré-candidaturas de Gustavo Gouveia e Marcelo Gouveia, reforçando o compromisso com o desenvolvimento da cidade e da região.

O evento foi marcado por discursos de apoio, reconhecimento às lideranças presentes e pela reafirmação de um projeto político construído de forma coletiva, com foco no fortalecimento institucional e no futuro de São José do Egito.

Bolsa Família deve subir para R$ 700 a partir de janeiro

Cartão Bolsa Família

O Bolsa Família pode ter um aumento no valor médio pago às famílias a partir de janeiro de 2026, chegando próximo de R$ 700. A mudança, no entanto, não altera o valor base do programa, que continua sendo de R$ 600. O possível reajuste decorre da previsão orçamentária enviada pelo governo federal ao Congresso Nacional, que reservou recursos acima do necessário para manter o atual número de beneficiários.

O Orçamento de 2026 prevê R$ 158,6 bilhões para o Bolsa Família. Em outubro de 2025, o programa atendeu 18,9 milhões de famílias, com custo anual estimado em R$ 154,6 bilhões, caso o ritmo atual de pagamentos seja mantido.

Essa diferença de aproximadamente R$ 4 bilhões abre espaço para um ajuste no valor médio dos repasses. Pelos cálculos, seria possível elevar o benefício médio em até R$ 17,59 por mês, fazendo o valor sair dos atuais R$ 683,42 para R$ 701,01, já no início de 2026.

Ou seja, o que pode subir é a média dos depósitos mensais, impulsionada pelos benefícios adicionais pagos a famílias com crianças, adolescentes, gestantes e nutrizes — e não o piso fixo do programa.

Valor mínimo segue em R$ 600

Apesar da possibilidade de aumento no valor médio, o valor base do Bolsa Família permanece em R$ 600, sem reajuste desde o relançamento do programa, em março de 2023.

Pelas regras atuais, o benefício é composto por:

  • R$ 600 fixos por família;
  • R$ 150 adicionais por criança de até seis anos;
  • R$ 50 extras para crianças e adolescentes de 7 a 18 anos, gestantes e nutrizes;
  • Garantia de R$ 142 por pessoa na composição familiar, com possibilidade de acumulação com o Seguro Defeso.

Em dezembro, o valor médio pago por domicílio foi de R$ 691,37, reflexo da composição familiar dos beneficiários.

Desde o início do governo Lula, 2,7 milhões de pessoas deixaram o Bolsa Família, sendo 1,9 milhão apenas em 2025. A queda é atribuída ao pente-fino promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Social, com atualização do Cadastro Único para excluir irregularidades.

Essa redução no número de beneficiários também contribui para a possibilidade de elevação do valor médio pago, sem necessidade de aumento expressivo no orçamento total do programa.

Governo nega reajuste oficial

Apesar das projeções, o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) afirmou que, até o momento, não há previsão oficial de reajuste no Bolsa Família em 2026.

O programa, diferentemente de benefícios previdenciários, não possui regra automática de correção por inflação ou salário mínimo, o que torna eventuais aumentos dependentes de decisão política e disponibilidade orçamentária.

Em sessão extraordinária nesta segunda-feira (5), Alepe discute veto ao orçamento e empréstimos do governo

O presidente da Alepe, Álvaro Porto, enviou projetos da governadora Raquel Lyra à procuradoria da Casa./Guilherme Anjos/Diario de PernambucoAllan Lopes

Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) realiza nesta segunda-feira (5) uma sessão extraordinária convocada pela governadora Raquel Lyra (PSD) para votar quatro projetos considerados urgentes pelo Executivo. A reunião ocorre em meio a um impasse político com o presidente da Casa, Álvaro Porto (PSDB), e marca o ápice de uma disputa que paralisou a tramitação da Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2026, que define quanto e como o Estado pode gastar ao longo do ano.

O caminho para a sessão foi aberto na sexta-feira (2), quando a base governista reuniu quórum mínimo e aprovou, por maioria, a convocação do período extraordinário. O único parlamentar da oposição presente foi o próprio Porto, que, como presidente, não vota.

A pauta inclui a rediscussão de trechos da LOA, cujo veto parcial da governadora havia sido anulado por Porto, e três outros projetos: um que autoriza a contratação de crédito de até R$ 5,2 bilhões para refinanciar dívidas estaduais; outro que modifica repasses do Tribunal de Justiça ao Executivo; e mais um que ajusta a execução de um empréstimo de R$ 1,7 bilhão aprovado em dezembro.

Apesar da convocação aprovada, um novo atrito surgiu horas depois. Porto determinou que dois dos projetos fossem enviados à Procuradoria da Alepe para análise prévia, antes de seguirem para as comissões permanentes. A medida foi criticada pela base de Lyra, que a classificou como “manobra para ganhar tempo” e uma “decisão monocrática”.

A líder do governo, deputada Socorro Pimentel (União Brasil), afirmou que “o rito não é passar pela Procuradoria, é passar pelas comissões”, e disse que a bancada vai acompanhar de perto o cumprimento dos prazos regimentais.

A sessão desta segunda representa a tentativa do governo de resolver na força do plenário um impasse que se arrasta desde o fim do ano passado, quando Alepe e Executivo publicaram versões diferentes da LOA após divergências sobre vetos e constitucionalidade. Agora, com a pauta instalada, o embate se transfere para os trâmites dentro da Casa, enquanto o governo pressiona pela votação rápida de projetos que alega serem essenciais para a saúde financeira do estado.

Prefeitura de Iguaracy desmente fake news sobre programação da Festa de Janeiro 2026

A Prefeitura de Iguaracy divulgou, neste sábado (3), uma nota de esclarecimento à população do município e ao público visitante da Festa de Janeiro 2026, alertando sobre a circulação de informações falsas nas redes sociais envolvendo a suposta programação do evento.

Segundo a gestão municipal, estão sendo compartilhados materiais não oficiais que divulgam atrações para a festa, o que não corresponde à realidade. A Prefeitura reforça que nenhuma programação oficial foi anunciada até o momento.

Wellington Dias chama de “gravíssimos” ataques dos EUA à Venezuela

O ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Wellington Dias, condenou os ataques dos Estados Unidos à Venezuela neste sábado (3). Ele disse que a operação militar é “gravíssima” em declaração feita nas redes sociais.

“Os ataques promovidos pelos Estados Unidos em território venezuelano são gravíssimos. O respeito à soberania é um princípio inegociável do direito internacional”, escreveu no X.

E continuou: “A violação de territórios e instituições ameaça a paz, enfraquece o multilateralismo e cria um precedente perigoso para toda a comunidade internacional.”

Por fim, Dias manifestou solidariedade ao povo venezuelano. “Reafirmo a defesa da legalidade internacional, da cooperação entre as nações e da preservação da paz”, disse.

A declaração foi feita após o presidente Donald Trump confirmar a captura de Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, durante uma operação militar de grande escala realizada em território venezuelano na madrugada de hoje.

O senador republicano Mike Lee afirmou conversar com o Secretário de Estado Marco Rubio, que a finalidade da operação militar e da captura foi justamente garantir que Maduro responda por esses crimes em solo americano.

Depois da publicação, Trump afirmou que o governo norte-americano administrará a Venezuela imediatamente após a captura do ditador Nicolás Maduro.

100 brasileiros saíram da Venezuela com ajuda da embaixada, diz ministra

A ministra interina de Relações Exteriores, Maria Laura da Rocha, afirmou neste sábado (3) que cerca de 100 brasileiros que estavam na Venezuela a turismo saíram do país com a ajuda da embaixada do Brasil.

“A nossa embaixada em Caracas segue acompanhando com atenção, não apenas o desenrolar dos acontecimentos, mas também a situação da comunidade brasileira naquele país, não havendo qualquer relato de vítimas ou feridos. Inclusive, temos a informação de quem 100 brasileiros que estavam a turismo saíram tranquilamente com a atuação da nossa cônsul”, afirmou.

A fala ocorreu em declaração à imprensa logo após uma reunião do governo federal para avaliar os ataques dos Estados Unidos à Venezuela.

O ministro da Defesa, José Múcio, também participou da coletiva e disse que a fronteira da Venezuela com o Brasil nunca esteve tão tranquila.

“A situação na fronteira nunca esteve tão tranquila quanto está hoje. Movimento mínimo, é como se fosse um feriadão”, afirmou.

O encontro foi comandado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que participou por videoconferência, assim como os ministros da Justiça, Ricardo Lewandowski, e da Comunicação, Sidônio Palmeira.

A reunião ocorreu no Palácio do Itamaraty e contou presencialmente com a secretária-executiva da Casa Civil, Miriam Belchior, além de Maria Laura Rocha e José Múcio.

A ministra interina de Relações Exteriores reconheceu Delcy Rodríguez, vice-presidente da Venezuela, como a atual comandante do país após Donald Trump afirmar que os Estados Unidos seria o responsável.

Ataque à Venezuela

Os Estados Unidos atacaram a Venezuela e capturaram o ditador Nicolás Maduro, que estava no poder há décadas, em uma operação realizada na madrugada deste sábado (3), anunciou o presidente americano Donald Trump.

Ele informou que o país será governado pelos EUA por enquanto, inclusive com o envio de tropas, se necessário.

Não está claro como Trump pretende supervisionar a Venezuela. Apesar da operação noturna que deixou parte de Caracas sem energia elétrica e capturou Maduro em um de seus esconderijos, as forças americanas não têm controle sobre o país em si, e o governo de Maduro parece ainda estar no poder.

Maduro e sua esposa, Cilia Flores, foram retirados do território venezuelano e estão a bordo do navio USS Iwo Jima, com destino a Nova York, onde o ex-presidente será processado pelo Distrito Sul.

As acusações contra ele incluem conspiração de narcoterrorismo, importação de cocaína e posse de armas destrutivas.

Eleições 2026: confira as regras para a divulgação de pesquisas eleitorais

Urna eletrônicaPor Blog da Folha*

A partir desta quinta-feira (1º de janeiro), todas as entidades e empresas que realizarem pesquisas de opinião pública relativas às Eleições Gerais de 2026 ou eventuais candidatas e candidatos devem registrar o levantamento junto à Justiça Eleitoral, independentemente de divulgar os resultados. A exigência consta no artigo 33 da Lei das Eleições (Lei no9.504/1997).

O cadastro prévio da pesquisa deve ocorrer até cinco dias antes da divulgação do estudo, acompanhado de informações como: quem contratou a pesquisa; valor e origem dos recursos; metodologia e período de realização; plano amostral e ponderação quanto a sexo, idade, grau de instrução, nível econômico e área física de realização do trabalho a ser executado, intervalo de confiança e margem de erro.

O procedimento deve ser feito somente de forma eletrônica pelo sistemade Registro de Pesquisas Eleitorais (PesqEle), após o cadastramento das entidades e empresas no PesqEle. Aquelas que tiverem realizado pesquisas em eleições anteriores não precisam efetuar outro cadastramento, mas o novo estudo deve ser registrado. As informações e os dados inseridos no sistema ficarão à disposição de qualquer interessado pelo prazo de 30 dias.

Vale ressaltar que a Justiça Eleitoral não realiza nenhum controle prévio sobre o resultado das pesquisas e nem gerencia ou cuida de sua divulgação, bem como atua somente quando provocada por meio de representação.

Ainda segundo a Lei das Eleições, a divulgação de pesquisa sem o prévio registro das informações sujeita aos responsáveis multa no valor de 50 mil a 100 mil UFIRs. Já a divulgação de pesquisa fraudulenta constitui crime, punível com detenção de seis meses a um ano e multa no valor de 50 mil a 100 mil UFIRs. No período de campanha eleitoral, é proibida a realização de enquetes relacionadas ao processo eleitoral.

As pesquisas eleitorais são tidas como ferramentas para verificar a viabilidade de possíveis candidaturas e formas de avaliação sobre temas sensíveis que a população gostaria de ver em debates durante a campanha.

Outras normas 

Começa a valer a partir desta quinta-feira (1º) a proibição da distribuição gratuita de bens, valores ou benefícios por parte da administração pública, exceto nos casos de calamidade, de estado de emergência ou de programas sociais autorizados em lei e já em execução orçamentária no exercício anterior. Nessas situações, o Ministério Público poderá promover o acompanhamento da execução financeira e administrativa.

Também fica vedada a execução de programas sociais por entidade nominalmente vinculada a candidata ou candidatoou por eles mantida, ainda que autorizados em lei ou em execução orçamentária no exercício anterior.

Ainda em anos eleitorais, a partir de 1º de janeiro, é proibido realizar despesas com publicidade dos órgãos públicos federais, estaduais ou municipais,ou das respectivas entidades da administração indireta, que excedam a média dos gastos no primeiro semestre dos três últimos anos que antecedem o pleito.

Além da Lei das Eleições, as condutas vedadas aos agentes públicos que possam comprometer a igualdade de oportunidades entre pessoas candidatas nos pleitos eleitores estão previstas no capítulo V da Resolução TSE nº 23.735/2024.

*Com informações do site do TSE

Morre sogro do deputado Pedro Campos em acidente de moto na Cruz Cabugá

Morre sogro do deputado Pedro Campos em acidente de moto na Cruz Cabugá

Uma tragédia abala a família do deputado federal Pedro Campos (PSB) na noite desta sexta-feira (2). O sogro do parlamentar, Augusto Carneiro, de 56 anos, morreu em um acidente de moto na Avenida Cruz Cabugá, no Recife, após se envolver em uma colisão com outra motocicleta por volta das 17h30, nas proximidades do supermercado Mix Mateus, no bairro de Santo Amaro.

Na outra moto, estava um casal. O homem de 48 anos também morreu no local. A esposa dele tem 47 anos e é enfermeira do Procape. Ela foi socorrida com vida. Uma irmã de Augusto Carneiro esteve na avenida e precisou ser amparada. Também esteve um irmão dele.

Augusto Carneiro é pai da esposa de Pedro Campos, que leva o mesmo nome dele, Augusta Carneiro, conhecida como “Guta”.

Imagens da TV Guararapes mostram o momento do acidente. De acordo com pessoas que estiveram na via e falaram com a reportagem da TV, a suspeita é de que tanto Augusto Carneiro quanto o outro motociclista teriam tentado desviar de um pedestre quando as motos se chocaram. Uma equipe da Polícia Civil esteve no local. (Blog do Magno/ Vídeo: TV Guararapes)

Relator: Debate sobre jornada 6×1 não pode ser eleitoreiro

O deputado federal Luiz Gastão (PSD-CE), relator de um dos projetos sobre a escala de trabalho 6×1, afirmou que o debate sobre mudanças na jornada trabalhista não pode ser tratado apenas como bandeira eleitoral. Segundo apuração da analista de Política da CNN Julliana Lopes durante o Hora H, o parlamentar destacou que o tema será prioridade no Congresso Nacional, mas exige uma abordagem equilibrada.

Segundo Gastão, transformar a discussão apenas em pauta eleitoreira, sem resultados concretos, prejudica os trabalhadores. “Transformar isso só em uma pauta eleitoral, em um discurso eleitoral, sem que isso saia do papel, é ruim para o trabalhador”, afirmou o deputado, que entregou relatório após ouvir desde representantes da Fiesp até integrantes de movimentos sociais.

Desafios econômicos e produtivos

A discussão sobre mudanças na jornada de trabalho envolve aspectos complexos da economia brasileira. Especialistas em mercado de trabalho demonstram preocupação não apenas com a escala 6×1, que poderia passar para 5×2, mas principalmente com a redução das horas trabalhadas sem um ambiente de redução de custos.

A produtividade do trabalho no Brasil está estagnada, o que representa um desafio para qualquer alteração na jornada. Uma possível mudança na escala acompanhada de redução nas horas trabalhadas poderia gerar aumento no custo do trabalho, afetando especialmente pequenas e médias empresas, que precisariam contratar mais funcionários para manter a produção.

Pressão social e internacional

O tema ganhou relevância no cenário político após o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), abrir um grupo de trabalho para discutir o assunto, designando Luiz Gastão como responsável. Atualmente, existem ao menos três textos em discussão no Congresso Nacional sobre alterações na jornada de trabalho.

O relator acredita que o tema fomentará atos e movimentos, especialmente de organizações sociais, o que aumenta a pressão para que o Congresso Nacional apresente respostas. Há também uma comparação crescente com outros países que já reduziram suas jornadas de trabalho, o que alimenta o debate sobre possíveis mudanças no Brasil.