Prefeito Fredson Brito comemora chegada de ambulância do Programa Colo de Mãe a São José do Egito

O município de São José do Egito foi contemplado com uma ambulância zero-quilômetro do Programa Colo de Mãe, iniciativa do Governo de Pernambuco voltada ao fortalecimento da assistência a gestantes, puérperas, recém-nascidos e crianças de até dois anos.

A entrega representa um reforço para a rede municipal de saúde e amplia a estrutura disponível para o transporte de pacientes que precisam realizar consultas, exames e atendimentos especializados dentro e fora do município.

O prefeito Fredson Brito comemorou o recebimento do veículo e agradeceu à governadora Raquel Lyra pela parceria que proporcionou a chegada de mais esse serviço para São José do Egito.

“Vê que maravilha, uma ambulância zero-quilômetro pra chamar de nossa; é mais saúde, mais cuidado com nossos egipcienses”, declarou o prefeito.

Fredson Brito apresentou a ambulância ao lado da secretária municipal de Saúde, Dra. Lúcia Brito.

O novo veículo será utilizado para reforçar os atendimentos ao público-alvo do Programa Colo de Mãe na Terra dos Poetas, contribuindo para o deslocamento de gestantes, mães no período pós-parto e crianças que necessitam de acompanhamento pela rede pública.

A ambulância integra as ações que buscam garantir um atendimento mais humanizado e organizado durante o período da gestação, do parto, do pós-parto e dos primeiros anos de vida da criança.

Bolsa Família: Lula aposta no que já tem e arrisca perder o que podia conquistar

Por Igor Maciel

Lula anunciou o reajuste do Bolsa Família diante de uma eleição tecnicamente empatada e de um eleitorado dividido de maneira quase cirúrgica pelo acesso ao programa. Os números ajudam a entender a aposta do governo e fazem o movimento parecer certeiro. Mas também levantam uma dúvida sobre até onde essa “genialidade” pode chegar. Explico.

O Datafolha divulgado nesta quinta-feira (17) aponta Lula com 53% das intenções de voto no primeiro turno entre os eleitores que recebem o Bolsa Família ou moram com algum beneficiário. Flávio Bolsonaro tem 28%. Num eventual segundo turno, Lula alcança 60% nesse grupo e Flávio chega a 33%. A margem de erro do segmento é de cinco pontos percentuais.

Entre os eleitores que não recebem o benefício e não vivem com alguém atendido, o cenário do primeiro turno muda. Lula aparece com 36% e Flávio com 37%. Todos os dados são do Datafolha.

Fronteira

O recorte revela uma fronteira eleitoral clara. Lula possui ampla vantagem entre os beneficiários, que representam 20% da amostra. Fora desse grupo, a pesquisa registra equilíbrio numérico.

A medida anunciada pelo governo incide diretamente sobre o segmento em que o presidente já concentra sua maior parcela de apoio. Lula investe onde já tem. Pode aumentar a fidelidade, reduzir a abstenção e recuperar algum eleitor que esteja deixando sua base. Ainda assim, sua margem de crescimento nesse universo é naturalmente menor porque ele já parte de 53% no primeiro turno e de 60% no segundo.

O risco aparece nos outros 80%. É ali que Lula está empatado ou precisa crescer para vencer uma eleição apertada. Também é ali que estão empresários, microempreendedores, autônomos, trabalhadores formais e milhões de brasileiros de renda baixa ou instável que não recebem o Bolsa Família.

O reajuste oferece um ganho concreto a quem já vota majoritariamente em Lula e entrega apenas uma explicação técnica a quem ficou de fora.

Esquecidos

O empresário pode enxergar mais uma despesa permanente num país que já discute dificuldades fiscais para 2027. O pequeno empreendedor pode olhar para o reajuste e sentir que o governo encontrou dinheiro para ampliar a transferência de renda, mas continua cobrando impostos e oferecendo pouco a quem tenta sobreviver por conta própria.

Há ainda o trabalhador que ganha pouco, não recebe o benefício e não se reconhece no discurso destinado aos empresários. Ele está alguns centímetros acima da linha que dá acesso ao programa e muitos quilômetros abaixo da tranquilidade financeira. Paga imposto no consumo, e

nfrenta aluguel caro, transporte caro e comida cara. Quando o governo anuncia um aumento para um grupo específico, esse trabalhador pode se perguntar por que nunca chega a sua vez.

Nada disso significa que os 80% reagirão da mesma maneira. Significa que o reajuste abre espaço para uma percepção perigosa num eleitorado em que Lula já não possui vantagem. O benefício é concentrado. A insatisfação pode ser difusa.

Reajuste

O piso do Bolsa Família passará de R$ 600 para R$ 691, uma correção de 15,04%. O benefício médio subirá de R$ 675 para R$ 777. Os novos valores começarão a ser pagos em 19 de outubro, seis dias antes do eventual segundo turno.

O custo informado é de R$ 5,8 bilhões em 2026 e de R$ 22,7 bilhões por ano em 2027 e 2028. O governo sustenta que a mudança recompõe a inflação acumulada desde a reformulação do programa, em 2023, e que a despesa deste ano será acomodada no orçamento existente.

A justificativa econômica pode ser tecnicamente defensável. O calendário, porém, impõe sua própria narrativa. O reajuste foi anunciado 17 dias antes do primeiro turno, quando Lula e Flávio estão tecnicamente empatados e a possibilidade de derrota deixou de ser uma abstração.

Desespero

Para o beneficiário, o aumento chega como dinheiro. Para quem ficou de fora, o anúncio chega como mensagem política. E a mensagem pode ser a de um presidente que olhou as pesquisas, percebeu o risco e correu para reforçar às vésperas da votação o vínculo com seu eleitorado mais fiel.

O governo chama de recomposição do poder de compra. A oposição chama de desespero. A proximidade da eleição não prova que a decisão tenha finalidade eleitoral, mas oferece ao adversário o calendário inteiro como argumento.

Flávio nem sequer precisa defender o fim do programa. Pode prometer manter o novo valor e, simultaneamente, acusar Lula de ter descoberto a urgência do reajuste quando descobriu que poderia perder a eleição. Fica com o benefício sem carregar o desgaste da decisão. Se for esperto para isso. Resta saber se será.

Campus do IFPE em Afogados da Ingazeira divulga lista de inscritos para curso gratuito de Italiano

O Campus do IFPE em Afogados da Ingazeira divulgou a lista de inscritos para o curso “Italiano Básico por Meio da Cultura I”. A seleção dos participantes foi realizada por ordem de inscrição, respeitando o número de vagas para cada público.

Clique aqui e veja a Lista de Inscritos.

As aulas terão início na terça-feira, dia 22 de setembro, com término previsto para 24 de novembro de 2026, e serão ministradas pelo professor Daniel dos Anjos Silva. Os encontros acontecerão às terças-feiras, das 18h30 às 20h, na sala do Centro de Libras e Línguas Estrangeiras (CELLE), localizada no Bloco G do campus.

A formação propõe uma introdução à língua italiana a partir de seus aspectos linguísticos e culturais. Durante as aulas, serão abordados vocabulário, pronúncia, estruturas gramaticais básicas e expressões utilizadas em situações cotidianas, além de elementos relacionados à cultura, aos costumes e à sociedade italiana.

Novas pesquisas eleitorais movimentam disputa em Pernambuco na próxima semana

Fotos: Sandy James/DP Foto
(Fotos: Sandy James/DP Foto)

Alexandre Cunha

Duas novas pesquisas de intenção de voto vão atualizar o cenário da disputa eleitoral em Pernambuco na próxima semana. Os institutos Atlas/Intel e Quaest divulgam novos levantamentos sobre a intenção de votos no estado.

A primeira rodada prevista é da Atlas/Intel, com divulgação na segunda-feira (21). O levantamento foi registrado na Justiça Eleitoral sob o número PE-02023/2026. Dois dias depois, na quarta-feira (23), será a vez da Quaest apresentar uma nova radiografia da corrida eleitoral pernambucana. Registrada sob o número PE-05671/2026, a pesquisa ouvirá 1.302 eleitores entre sábado (19) e terça-feira (22).

O levantamento da Quaest terá margem de erro de três pontos percentuais, para mais ou para menos, e nível de confiança de 95%. Além das intenções de voto para o Governo de Pernambuco, a pesquisa também vai medir a disputa pelas duas vagas do Estado no Senado e a corrida pela Presidência da República.

Pesquisas na reta final da campanha

As novas rodadas serão divulgadas em um momento decisivo da campanha, com a aproximação do primeiro turno, marcado para 4 de outubro, e a intensificação das agendas dos principais postulantes ao Governo de Pernambuco: a governadora Raquel Lyra (PSD), candidata à reeleição, e o ex-prefeito do Recife João Campos (PSB).

A Atlas/Intel divulgou seu levantamento mais recente no Estado nesta quinta-feira (17). A pesquisa apontou Raquel com 48,7% das intenções de voto no primeiro turno e João com 45,6%. Como a margem de erro era de dois pontos percentuais, os dois apareceram tecnicamente empatados.

Na simulação de segundo turno, Raquel registrou 51,1%, enquanto João marcou 47,3%, também em situação de empate técnico dentro da margem de erro. Foram ouvidos 1.793 eleitores entre os dias 11 e 16 de setembro.

A rodada anterior da Quaest, divulgada no início deste mês, também mostrou uma disputa apertada pelo Palácio do Campo das Princesas. As novas pesquisas permitirão observar possíveis movimentos do eleitorado após mais uma sequência de agendas de campanha, debates e embates entre os candidatos.

Justiça suspende direito de resposta dado a Raquel Lyra sobre salário de procuradora

Governadora teria direito a 1 minuto de resposta/Karol Rodrigues/ DP FotoGuto Moraes

A Justiça Elaeitoral voltou atrás e suspendeu temporariamente, neste sábado (19), o direito de resposta concedido à governadora Raquel Lyra (PSD), candidata à reeleição, às críticas veiculadas pela campanha de João Campos (PSB), ex-prefeito do Recife e principal adversário na corrida pelo Palácio do Campo das Princesas.

Em material veiculado na TV, no rádio e nas redes sociais, Campos tem denunciado que a governadora mantém o salário de procuradora do estado, que superaria R$ 60 mil mensais, e que, à luz da Constituição Federal e de jurisprudência do Supremo Tribunal Federal (STF), é uma prática vedada a servidores estaduais em mandatos eletivos.

Na sexta-feira (18), o desembargador Fernando Braga Damasceno, do Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE), avaliou que o material veiculado pelo ex-prefeito do Recife poderia induzir o público ao erro. Com efeito, Raquel Lyra teria 1 minuto de direito de resposta a ser veiculado no início do programa eleitoral.

A decisão foi suspensa, pelo menos, até a próxima segunda-feira (21), pelo desembargador Marcelo Labanca, que acolheu os argumentos da Frente Popular de que o material da governadora não poderia ser veiculado antes de o recurso apresentado pela coligação de João Campos ser apreciado pelo plenário do TRE-PE.

Eleição presidencial será definida pela rejeição, diz especialista

A eleição presencial de 2026 será definida pela rejeição aos candidatos, e não pela identificação do eleitorado com eles, segundo análise de Bruno Soller, sócio da Real Time Big Data.

De acordo com Soller, “talvez seja a eleição mais negativa que o Brasil já viveu desde a redemocratização. Ele destacou que as pesquisas qualitativas revelam um clima de absoluto desânimo da população com o processo eleitoral.

Rejeição como fator determinante

Soller explicou que nenhum dos candidatos desperta grande identificação entre os eleitores. “É uma campanha que vai ser definida muito em função da rejeição a quem está sendo colocado”, disse.

Para o especialista, há um cansaço tanto com o governo atual quanto com a figura de seu principal adversário, que representa um movimento que “foi rejeitado nas urnas” anteriormente.

Ele ainda atribuiu esse clima negativo a aproximadamente uma década a qual avaliou que “a vida das pessoas não melhorou”, mesmo diante da alternância de poder.

O efeito dos escândalos nas pesquisas

O analista também abordou o impacto dos escândalos políticos nos índices das pesquisas eleitorais.

Soller traçou um panorama das oscilações observadas ao longo do ano, apontando que Flávio Bolsonaro chegou a crescer na opinião pública ao tentar se apresentar como uma versão mais moderada do bolsonarismo, conquistando eleitores de centro. No entanto, o surgimento de acusações graves interrompeu essa trajetória ascendente.

O especialista também analisou como uma crise institucional envolvendo o Supremo Tribunal Federal afetou negativamente o governo atual. Ele observou que a população, especialmente as classes mais baixas, não distingue claramente entre os diferentes poderes da República.

Esse fenômeno teria gerado um movimento de rejeição que beneficiou a candidatura de Flávio Bolsonaro, fazendo o pêndulo das pesquisas se alternar.

“Hoje, a preço do dia, está melhor para o Flávio Bolsonaro do que para o Lula”, concluiu o analista.

Raquel enfrenta desafio de transformar a aprovação do seu Governo em intenções de voto

Governadora e candidata à reeleição, Raquel LyraPor TEREZINHA NUNES

Conhecido há muito tempo no mundo da economia, o termo incumbente é relacionado a um chefe ou executivo que está no exercício do cargo em uma empresa. Diante disso, costuma-se dizer que ele tem vantagens quando desfiado a enfrentar concorrentes que não conhecem suficientemente o mercado no qual vão atuar nem tem a experiência que ele acumulou.

O termo foi transportado para a política com o surgimento da reeleição. Hoje os cientistas políticos chamam de incumbentes os prefeitos, governadores ou presidentes que disputam a reeleição aos quais atribuem a vantagem de disputarem em pleno mandato, com tudo de bom que isso possa representar.

Essa vantagem, segundo eles, só é posta em cheque se o incumbente tiver considerável desaprovação. Em função disso concluem, com base em levantamentos realizados no Brasil e no Exterior, que um candidato à reeleição com apenas 45% de aprovação tem sérias dificuldades de se reeleger. Entre 45 e 50% tem chances consideráveis de sucesso e, acima disso, são francos favoritos.

Hoje a governadora Raquel Lyra tem sua administração aprovada por mais de 60% da população, tendo algumas pesquisas chegado aos 68%.

Bateu no teto?

Nos últimos dias, porém, com a aproximação do primeiro turno das eleições e após a governadora ter tido um crescimento vertiginoso, chegando a superar o seu adversário, o ex-prefeito João Campos, que chegou a ter 30 pontos na sua frente, muita gente se pergunta por que Raquel, com até 68% de aprovação, só tem 47% das intenções de voto, conforme o ultimo Datafolha?

O mesmo Datafolha fez uma projeção dos votos válidos informando que ela hoje teria 51% dos votos, podendo vencer a eleição no primeiro turno, e João teria 46%.

É possível que ela cresça mais até o dia da eleição? Isso é algo difícil de prever em uma campanha eleitoral onde o imponderável pode surpreender mas está claro que, da mesma forma que João Campos estava tão bem nas pesquisas e caiu bastante à medida em que ela foi crescendo com base no trabalho realizado e na sua prestação de contas, ela cresceu muito, atingiu um teto confortável, mas parou de crescer.

Chances no 1º turno

O cientista político Adriano Oliveira – que, em entrevistas ao programa Passando a Limpo da Rádio Jornal, cravou desde o início do ano, com base em pesquisas qualitativas, que Raquel cresceria e venceria a eleição ainda no primeiro turno, disse esta sexta-feira (18) a este blog que sua previsão é a mesma: “A governadora ganha no primeiro turno e pode eleger seus dois senadores, pois a eleição para o Senado continua aberta e, só a partir de agora, a população começa a tomar conhecimento de que seus candidatos são Eduardo da Fonte e Túlio Gadelha”.

Otimismo em excesso?

Só o tempo dirá. Para ele, as pesquisas qualitativas mostram um desejo de continuidade e não de mudança, o que João Campos estaria propondo. “Além disso, o reconhecimento de que a governadora está realizando um bom trabalho, como mostra a aprovação do seu Governo, é uma prova de que as pessoas querem que ela continue o trabalho que começou.”

Já a cientista política Priscila Lapa, diz que “as boas avaliações são fundamentais, e elas embalam e prospectam um bom cenário para o incumbente mas não necessariamente representam, matematicamente, o total da intenção de voto. Raquel cresceu por isso e tornou-se, digamos assim, favorita no processo eleitoral, mas a gente também precisa ver que, do outro lado, existe uma adversário que teve uma boa avaliação quando foi prefeito do Recife e ela precisa, além da boa administração, tirar votos do adversário na Região Metropolitana, onde há uma oposição também consolidada. Tem uma rejeição também, é verdade, mas com uma boa avaliação isso acaba estabelecendo um certo teto para crescimento da intenção de votos da governadora”.

A força de Lula

Outro especialista no assunto, o cientista político Felipe Ferreira Lima chama atenção para a necessidade de analisar a aprovação da governadora de acordo com as regiões do Estado.

“Ela se mostra maior no interior, onde está sua base eleitoral, e menor na Região Metropolitana, onde João Campos tem maior popularidade. O que a capital parece revelar não é rejeição à governadora mas um eleitorado que separa a avaliação do governo da escolha do candidato para o futuro. Entre aprovar e votar existe um hiato que não é um defeito da pesquisa, é a diferença normal entre avaliação retrospectiva, amplificada pela popularidade pessoal de João Campos e na minha visão também uma polarização nacional.”

Sobre a provável vinda de Lula a Pernambuco e o efeito que isso pode ter neste momento de vésperas de eleição ele afirma: “Não creio que a vinda de Lula impacte negativamente para Raquel no interior, porém pode fazer elastecer o crescimento de João no Recife e na Região Metropolitana”.

E completa: “Mas entre João e Raquel quem tende a perder estando aqui é Lula, que pode, no lugar de somar mais votos no Estado, dividi-los, abrindo caminho para parte do eleitorado de Raquel começar a olhar para candidatos da terceira via como Augusto Cury, Caiado ou Zema”.

Carreata mostra força da Frente Popular em Afogados da Ingazeira


O prefeito Sandrinho reuniu ontem (18) os candidatos a Vice-governador Carlos Costa, a Deputado Federal Pedro Campos e a Deputada Estadual Maria Arraes e arrastou uma multidão de apoiadores. Destaque também para a interação das pessoas nas casas e calçadas ao longo do percurso.

O vice-prefeito Daniel Valadares, o presidente da Câmara Vicentinho e todos os vereadores da base participaram da carreata. “É a força do nosso grupo e o anúncio das vitórias de João Campos Governador e Lula Presidente. Esta energia tomou conta de Pernambuco e vai crescer ainda mais até o dia 4 de outubro”, resumiu Sandrinho.

Carlos Costa também comemorou o resultado do evento. “Estamos andando Pernambuco inteiro e a recepção sempre é essa. Afogados reforça essa caminhada e dá mais uma demonstração de força, de união e de certeza da nossa vitória.”

Para a próxima semana dois grandes momentos são esperados pelo Frente Popular: as visitas de Lula a Pernambuco e de João Campos ao Pajeú. Os movimentos de rua prometem aquecer ainda mais a militância nesta reta final de campanha.

Iguaracy: Kauã Menezes leva multidão à segunda noite da Festa de Setembro na Caatingueira

A segunda noite da Festa de Setembro da Caatingueira, em Iguaracy, foi marcada por muita música, animação e grande participação popular. O evento, realizado nesta sexta-feira (18), integra a programação em homenagem a São Vicente Férrer, padroeiro da comunidade.

A programação começou com a apresentação do artista local Cleisson Pressão, representante da própria comunidade da Caatingueira. Com um repertório marcado pelo piseiro, forró e pisadinha, o cantor animou o público e mostrou talento e desenvoltura durante toda a apresentação.

O evento também contou com a presença do prefeito Dr. Pedro Alves que estava acompanhado de integrantes da equipe de governo e também dos secretários Rodrigo Faustino (Cultura), Carlinhos de Trindade (Agricultura), Chico de Sales (Distrital) e Dr. Luís Henrique (Adj. Administração), representantes políticos, entre eles o vereador Chico Torres, além do representante da comunidade, Dimas da Caatingueira, amigos e moradores da região.

A grande expectativa da noite ficou por conta do cantor Kauã Menezes, nome que vem ganhando espaço no cenário do forró e da vaquejada, especialmente no circuito regional. O artista já registra mais de 102 mil ouvintes mensais no Spotify, enquanto a música “Alô Vaqueirama” ultrapassa 900 mil reproduções na plataforma.

Na Caatingueira, Kauã Menezes correspondeu à expectativa. Com muita energia, repertório dançante e forte presença de palco, o cantor comandou uma apresentação eletrizante e levou uma verdadeira multidão ao espaço da festa.

A programação da Festa de Setembro segue movimentando a comunidade da Caatingueira, reunindo tradição religiosa, cultura e grandes atrações musicais.

Votos nulos e brancos não anulam a eleição

Votação com urna eletrônica
Votação com urna eletrônica – Divulgação

Entenda como esses votos são considerados e por que não interferem no resultado na eleição

Durante as eleições, é comum surgirem dúvidas sobre o que acontece quando a eleitora ou o eleitor vota em branco ou nulo. Essas opções não são contabilizadas como votos válidos e, portanto, não são consideradas na definição da candidatura eleita.

O voto em branco ocorre quando a pessoa seleciona a opção “branco” na urna eletrônica e confirma a escolha. Já o voto nulo é registrado quando é digitado um número que não corresponde a nenhuma candidatura válida e a opção é confirmada.

Embora sejam registrados de formas diferentes, os dois tipos de voto têm o mesmo efeito na apuração. Eles não são contabilizados como votos válidos nem destinados ou transferidos a qualquer candidato ou partido político.

Voto nulo x nulidade da votação 

Mais de 50% de votos nulos não anulam uma eleição. A confusão ocorre porque o voto nulo escolhido pela eleitora ou pelo eleitor é diferente da nulidade de uma votação, que é uma questão jurídica reconhecida pela Justiça Eleitoral.

A nulidade da votação pode ocorrer em situações previstas na legislação eleitoral e, dependendo do caso, levar à realização de uma nova eleição. Essa possibilidade não deve ser confundida com o voto nulo, que corresponde à escolha da pessoa durante a votação.

Os votos brancos e nulos são registrados e divulgados nas estatísticas eleitorais, mas não participam da definição do resultado. A anulação de uma eleição, por sua vez, depende de hipóteses previstas na legislação e de decisão da Justiça Eleitoral.

Com informações no site do TRE-PE*