Caminhoneiro pede licença a bombeiro e reza ao lado de vítima após acidente fatal

Caminhoneiro se ajoelha e reza ao lado de vítima de acidente fatal/Foto: Reprodução/Instagram
Caminhoneiro se ajoelha e reza ao lado de vítima de acidente fatal (Foto: Reprodução/Instagram)

Caminhoneiro conduzia o veículo para sair de um posto de combustíveis quando a moto atingiu a traseira seu caminhão

O motorista de um caminhão envolvido num acidente que vitimou o empresário André Mimbacas Saccol, de 47 anos, pediu licença a um bombeiro que atendia a ocorrência e se ajoelhou no meio da BR-158 para fazer uma oração. O acidente ocorreu em Cruz Alta, no Rio Grande do Sul, no último sábado (16).

O caminhoneiro, de 74 anos, estava conduzindo o veículo para sair de um posto de combustíveis, quando a moto pilotada por André atingiu a traseira seu caminhão.

Enquanto um bombeiro realizava os procedimentos de encargo, o motorista pediu licença a ele e se ajoelhou ao lado do corpo de André, em posição de oração.

O velório e cremação do motociclista aconteceram no último domingo (17). Com informações do portal g1.

Associações pedem que STF aumente o teto e abrande regras de penduricalhos

Dino é o relator das ações sobre emendas parlamentares na Corte/Foto: LUIZ SILVEIRA / STF
Dino é o relator das ações sobre emendas parlamentares na Corte (Foto: LUIZ SILVEIRA / STF)

Estadão Conteúdo

A entidade justificou o pedido citando trechos dos votos dos ministros Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes em que afirmam que há defasagem nos salários dos magistrados.

Associações que representam magistrados, procuradores e promotores apresentaram recursos ao Supremo Tribunal Federal (STF) pedindo a flexibilização das regras que restringiram os pagamentos de penduricalhos. Somado a isso, uma das principais entidades que representa juízes e desembargadores cobrou da Corte que apresente ao Congresso uma proposta de reajuste dos salários dos seus membros, alegando defasagem de mais de 20 anos.

A Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe) pleiteou que o STF busque o aumento salarial. A entidade justificou o pedido citando trechos dos votos dos ministros Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes em que afirmam que há defasagem nos salários dos magistrados. Segundo a Ajufe, o subsídio dos ministros do STF, que estabelece o teto do funcionalismo público, deveria ser de R$ 71 mil em vez dos atuais R$ 46 mil.

A Associação propõe o reajuste com base no IPCA dos últimos 20 anos, sob o argumento de que os salários não teriam acompanhado as variações do índice. Além do pedido de um novo teto, a Ajufe se uniu a outras associações para pedir a flexibilização da decisão que restringiu os pagamentos dos penduricalhos no Judiciário e no Ministério Público.

Um dos principais pleitos é que o STF altere a decisão que impôs um limite de 35% aos pagamentos de verbas consideradas indenizatórias, como diárias, ajuda de custo, indenização de férias não gozadas, do auxílio-moradia e do auxílio-saúde. A demanda é para que esses benefícios voltem a funcionar como antes, quando não havia limite de pagamento.

“Afaste a limitação ao percentual de 35% da remuneração imposta ao pagamento das verbas indenizatórias e de eventuais valores retroativos reconhecidos por decisões judiciais ou administrativa”, pedem a Associação dos Magistrados do Brasil (AMB) e a Associação Nacional dos Membros do Ministério Público (Conamp).

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Menina de 9 anos emociona com homenagem ao vivo pelo Dia das Mães; veja momento

Menina de 9 anos emociona com homenagem ao vivo pelo Dia das Mães; veja momento/Reprodução/TV Globo
Menina de 9 anos emociona com homenagem ao vivo pelo Dia das Mães; veja momento (Reprodução/TV Globo)

Durante atividade escolar, a pequena Maria Luísa foi às lágrimas ao descrever a rotina de trabalho e entrega da mãe solo

A manhã desta sexta-feira (8) reservou um momento de emoção para quem acompanhava as notícias no Recife. Durante uma entrada ao vivo no programa Bom Dia Pernambuco, da TV Globo, a pequena Maria Luísa, de apenas 9 anos, não conteve as lágrimas ao falar sobre sua mãe, Danielle Alves. O choro da menina, carregado de amor, tocou o coração de professores, jornalistas e telespectadores a dois dias da celebração do Dia das Mães.

A fala ocorreu durante uma oficina de artesanato onde estavam sendo produzidos vasos feitos à mão, que serão entregues como presente no próximo domingo (10). Durante a visita, o repórter Bruno Fontes aproximou-se para ouvir o que a criança tinha a dizer e que se seguiu foi um depoimento de profunda maturidade sobre a realidade de milhares de lares pernambucanos.

“Ela é mãe solo e cuida de mim e da minha irmã e está disposta a trabalhar de cinco da manhã”, desabafou Maria Luísa, com a voz embargada. “Ela trabalha com eventos e está trabalhando hoje, então também vai chegar tarde. Ela não teve tempo de me assistir, mas acredito que minha avó vai estar lá de testemunha para assistir que eu estou falando isso por ela. […] A minha mãe, ela é muito guerreira e trabalhadora.”

A vulnerabilidade da menina desarmou a equipe de reportagem. O jornalista Bruno Fontes, visivelmente tocado, buscou confortá-la: “Tenho certeza de que ela tem muito orgulho de você”.

Nos bastidores da imagem, a emoção também foi unânime. A cinegrafista Day Santos, responsável por registrar o momento, compartilhou sua reação nas redes sociais: “Eu chorei! O ao vivo que deu orgulho de fazer… Você é luz, menina”.

No perfil do programa no Instagram, a própria Danielle Alves, de 35 anos, deixou uma resposta pública à filha. “O tanto que a mamãe te ama não está escrito. Você é o meu mundo inteiro, e tudo que eu faço nessa vida é por você e por sua irmã. Te amo mais que tudo, você é meu orgulho, minha princesa”, escreveu.

Diario de Pernambuco

Brasileiros ainda preferem empregos com carteira assinada, aponta CNI

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Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Pesquisa mostra que vagas em regime CLT são as mais atrativas, principalmente entre jovens em início de carreira

Os brasileiros em busca de emprego preferem vagas com carteira assinada. É o que revela a 67ª edição da pesquisa Retratos da Sociedade Brasileira: visão da população sobre o mercado de trabalho, divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

De acordo com o levantamento, apenas um em cada cinco trabalhadores procurou ativamente uma nova colocação nos 30 dias anteriores à pesquisa. Entre os que buscaram oportunidades, mais de um terço (36,3%) apontou o emprego formal, regido pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), como a opção mais atrativa.

Outras modalidades também foram citadas pelos trabalhadores como alternativas de interesse:

  • trabalho autônomo: 18,7%
  • emprego informal: 12,3%
  • trabalho autônomo por meio de plataformas digitais: 10,3%
  • abertura do próprio negócio: 9,3%
  • contrato como pessoa jurídica: 6,6%

Segundo a especialista em Políticas e Indústria da CNI, Claudia Perdigão, apesar do crescimento de novas formas de trabalho, o emprego formal ainda é visto como sinônimo de estabilidade e segurança.

“A pesquisa revela que, apesar dessas novas modalidades de trabalho estarem surgindo e crescendo no país — como, por exemplo, os empregos autônomos vinculados a plataformas digitais — o trabalhador ainda pensa na estabilidade e nas condições vinculadas ao emprego formal, ao emprego CLT, justamente porque ele traz estabilidade e proteção social ao trabalhador”, afirma.

Jovens priorizam estabilidade

A preferência pelo emprego formal é ainda mais evidente entre os jovens. Entre brasileiros de 25 a 34 anos que estavam empregados e buscaram trabalho no mês anterior à pesquisa da CNI, 41,4% apontaram as vagas com carteira assinada como as mais atrativas.

Entre os jovens de 16 a 24 anos, esse índice foi de 38,1%. Ambos os percentuais superam a média geral, de 36,6%.

Para Claudia Perdigão, essa tendência está relacionada ao início da trajetória profissional.

“Entre os mais jovens, existe uma clara preferência por empregos formais. Isso está vinculado à necessidade de estabilidade, principalmente no início da carreira, em que essa pessoa ainda está construindo o currículo”, ressalta.

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